sábado, 13 de junho, 2026
(67) 99983-4015
A campanha Junho Vermelho está em andamento em Mato Grosso do Sul com o objetivo de incentivar a doação voluntária de sangue e conscientizar a população sobre a importância de manter os estoques abastecidos durante todo o ano. Em 2026, a iniciativa traz como tema "O Jogo Mais Importante do Ano", utilizando a atmosfera da Copa do Mundo para destacar que a solidariedade também pode salvar vidas.
Promovida pela Rede Hemosul, a campanha integra uma mobilização nacional coordenada pelo Instituto Pró-Hemo (IPH), reunindo hemocentros de todo o país em ações voltadas à valorização dos doadores e ao fortalecimento da cultura da doação regular.
Para facilitar a participação da população, a Rede Hemosul está levando sua unidade móvel de coleta a diferentes municípios sul-mato-grossenses. Além da doação de sangue, o veículo também realiza o cadastro de voluntários para doação de medula óssea.
Após passar por Campo Grande, Água Clara e Ribas do Rio Pardo, o cronograma segue com novas paradas ao longo do mês. No dia 18 de junho, a unidade atenderá colaboradores da TV Morena, na Capital. Em seguida, a equipe estará em Miranda no dia 23 e em Aquidauana nos dias 24 e 25.
A proposta é aproximar o serviço da população, tornando o processo de doação mais acessível para quem deseja contribuir.
A coordenadora da Rede Hemosul MS, Marina Sawada Torres, destaca que o sucesso da campanha depende da participação contínua dos doadores.
Segundo ela, uma única doação pode beneficiar vários pacientes, contribuindo para atendimentos de urgência, cirurgias, tratamentos oncológicos e diversas outras situações em que a transfusão de sangue é indispensável.
O Ministério da Saúde também reforça que campanhas como o Junho Vermelho são essenciais para estimular a doação voluntária e garantir segurança no atendimento dos hospitais que integram a hemorrede.
Além das ações de coleta, a Rede Hemosul preparou uma programação especial em celebração ao Dia Mundial do Doador de Sangue, lembrado em 14 de junho.
As homenagens estão sendo realizadas ao longo da segunda quinzena do mês em diversas unidades do Estado. Em Campo Grande, por exemplo, a programação inclui apresentações musicais, recepção especial aos voluntários e atividades de agradecimento.
As comemorações também chegam a municípios como Coxim, Corumbá e Aquidauana, valorizando aqueles que fazem da doação um gesto permanente de solidariedade.
Para doar sangue, é necessário estar em boas condições de saúde, pesar no mínimo 51 quilos, estar alimentado, bem hidratado e apresentar um documento oficial com foto. Também é recomendado evitar o consumo de alimentos gordurosos antes da coleta.
A Rede Hemosul orienta que os interessados consultem previamente os horários de atendimento das unidades e acompanhem o calendário das coletas itinerantes para encontrar o ponto de doação mais próximo.
Saúde
Imunizante incorporado ao SUS protege contra 20 sorotipos da bactéria pneumococo e será distribuído aos municípios sul-mato-grossenses.
12 de junho de 2026
Mato Grosso do Sul recebeu nesta quarta-feira (10) o primeiro lote com 8.300 doses da vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20), novo imunizante incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) para ampliar a proteção contra doenças graves causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae. As doses já chegaram à Rede de Frio Estadual e serão distribuídas aos municípios conforme os critérios definidos pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).
A Pneumo 20 representa um avanço na estratégia de imunização do país ao oferecer proteção contra 20 sorotipos da bactéria pneumococo, principal causadora de doenças como pneumonia, meningite, otite média e infecções generalizadas que podem provocar internações, sequelas e até mortes, especialmente entre crianças pequenas.
Segundo a coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Ana Paula Goldfinger, a chegada da nova vacina fortalece as ações de prevenção dentro do SUS.
“A Pneumo 20 é uma importante inovação incorporada ao calendário vacinal do SUS. Ela amplia significativamente a proteção oferecida às crianças e demais grupos contemplados, fortalecendo a prevenção contra doenças graves e contribuindo para reduzir internações e óbitos causados pelo pneumococo”, afirmou.
A distribuição das doses ocorrerá de forma proporcional ao quantitativo recebido e à população-alvo definida pelo Ministério da Saúde. Paralelamente, a SES realizará orientações técnicas e capacitações voltadas aos profissionais de saúde sobre a utilização do novo imunizante e as estratégias adotadas durante o período de transição.
Conforme Ana Paula Goldfinger, o Estado trabalha para garantir que a nova tecnologia esteja disponível à população de forma rápida e segura.
“Em Mato Grosso do Sul, a chegada dessas primeiras 8,3 mil doses representa um passo importante para fortalecer a proteção da nossa população contra doenças pneumocócicas. Estamos trabalhando para garantir uma distribuição ágil aos municípios e apoiar as equipes de saúde nesse processo de implantação, assegurando que essa nova tecnologia chegue de forma segura e eficiente a quem mais precisa”, destacou.
Neste primeiro momento, a vacinação ocorrerá de forma mista. Como Mato Grosso do Sul ainda possui estoque da vacina pneumocócica conjugada 10-valente (VPC10), as doses remanescentes continuarão sendo aplicadas até o esgotamento do estoque, seguindo orientação do Ministério da Saúde.
O esquema vacinal previsto para a transição contempla uma dose da Pneumo 20 aos dois meses de idade, uma dose da Pneumo 10 aos quatro meses e uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. Após o fim dos estoques da VPC10, o esquema passará a utilizar exclusivamente a nova vacina.
A Pneumo 20 será destinada aos públicos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Além das crianças menores de cinco anos, o imunizante também estará disponível para povos indígenas com mais de cinco anos sem histórico de vacinação com vacina pneumocócica conjugada, idosos acamados ou institucionalizados com 60 anos ou mais e pessoas com condições clínicas especiais atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs).
A expectativa é que a ampliação da cobertura vacinal contribua para reduzir ainda mais a incidência de casos graves, internações e mortes relacionadas às doenças pneumocócicas.
Desde a inclusão da vacina pneumocócica no Programa Nacional de Imunizações, em 2010, o Brasil registrou redução significativa nos casos de doença pneumocócica invasiva e meningite pneumocócica entre crianças pequenas.
Com a incorporação da Pneumo 20 ao SUS, a expectativa é ampliar esses resultados, fortalecendo a proteção da população e garantindo acesso gratuito a uma tecnologia mais avançada de prevenção em saúde pública.
Saúde
Um novo caso suspeito de ebola está sendo investigado pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo CVE-SP (Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac)....
10 de junho de 2026
Um novo caso suspeito de ebola está sendo investigado pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo CVE-SP (Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac).
Segundo a secretaria, a paciente é uma brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. O país passa por um surto da doença, classificado pela Organização Mundial da Saúde como de importância internacional.
Ela desembarcou no Brasil no dia 6 de junho e nesta terça-feira (9) começou a apresentar sintomas como diarreia e febre, procurando um serviço particular de saúde. Nesta madrugada (10), ela foi transferida para o IIER (Instituto de Infectologia Emílio Ribas), referência nacional para casos suspeitos ou confirmados da doença.
Segundo a secretaria, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de situação. Um teste rápido para malária já foi realizado, que deu resultado negativo.
Até o momento, não há confirmação laboratorial de doença pelo vírus ebola. As análises estão sendo conduzidas pelo IAL (Instituto Adolfo Lutz).
Este é o segundo caso suspeito de ebola no estado de São Paulo. O primeiro caso, referente a um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo, foi investigado e descartado para ebola.
As análises para esse paciente detectaram a presença de uma bactéria causadora da meningite meningocócica. Segundo a secretaria, esse paciente segue internado no Emílio Ribas, com evolução favorável do quadro de saúde.
Ebola
A doença pelo vírus ebola é uma grave infecção transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, mas somente quando estas apresentam sintomas. O vírus não é transmitido pelo ar.
Segundo a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), a doença geralmente apresenta alta taxa de mortalidade, mas no atual surto de ebola, essa taxa varia entre 55% e 60%.
O vírus ebola surgiu pela primeira vez em 1976 em uma aldeia próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo (antigo Zaire). Desde sua detecção, vários surtos da doença ocorreram em diferentes partes da África.
Até este momento, não houve confirmação de casos de ebola no Brasil.
Um novo caso suspeito de ebola está sendo investigado pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo CVE-SP (Centro de Vigilância Epidemiológica Professor Alexandre Vranjac).
Segundo a secretaria, a paciente é uma brasileira de 31 anos que esteve recentemente a trabalho na província de Kivu do Norte, no leste da República Democrática do Congo. O país passa por um surto da doença, classificado pela Organização Mundial da Saúde como de importância internacional.
Ela desembarcou no Brasil no dia 6 de junho e nesta terça-feira (9) começou a apresentar sintomas como diarreia e febre, procurando um serviço particular de saúde. Nesta madrugada (10), ela foi transferida para o IIER (Instituto de Infectologia Emílio Ribas), referência nacional para casos suspeitos ou confirmados da doença.
Segundo a secretaria, a paciente está estável e permanece em leito de isolamento, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de situação. Um teste rápido para malária já foi realizado, que deu resultado negativo.
Até o momento, não há confirmação laboratorial de doença pelo vírus ebola. As análises estão sendo conduzidas pelo IAL (Instituto Adolfo Lutz).
Este é o segundo caso suspeito de ebola no estado de São Paulo. O primeiro caso, referente a um homem de 37 anos procedente da República Democrática do Congo, foi investigado e descartado para ebola.
As análises para esse paciente detectaram a presença de uma bactéria causadora da meningite meningocócica. Segundo a secretaria, esse paciente segue internado no Emílio Ribas, com evolução favorável do quadro de saúde.
Ebola
A doença pelo vírus ebola é uma grave infecção transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais ou secreções (fezes, urina, saliva, sêmen) de pessoas infectadas, mas somente quando estas apresentam sintomas. O vírus não é transmitido pelo ar.
Segundo a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), a doença geralmente apresenta alta taxa de mortalidade, mas no atual surto de ebola, essa taxa varia entre 55% e 60%.
O vírus ebola surgiu pela primeira vez em 1976 em uma aldeia próxima ao rio Ebola, na República Democrática do Congo (antigo Zaire). Desde sua detecção, vários surtos da doença ocorreram em diferentes partes da África.
Até este momento, não houve confirmação de casos de ebola no Brasil.
Midiamax