sexta, 12 de junho, 2026
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Uma ofensiva da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul realizada nesta quinta-feira (11) teve como alvo integrantes de uma organização criminosa investigada por atuar na região norte do Estado. A ação faz parte da segunda etapa da Operação Leviatã, que busca enfraquecer a estrutura da facção Comando Vermelho e impedir o avanço de suas atividades em território sul-mato-grossense.
Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão nas cidades de Coxim (MS) e Rondonópolis (MT). Segundo as autoridades, os alvos são suspeitos de participação em atividades ligadas ao crime organizado e estavam sendo monitorados durante as investigações.
A operação foi conduzida por equipes especializadas da Polícia Civil, envolvendo agentes do Garras, da Decco e do Dracco. Conforme informações divulgadas pela corporação, três investigados foram localizados em Rondonópolis, enquanto outro foi encontrado em Coxim.
Durante o cumprimento de um dos mandados na cidade mato-grossense, os policiais chegaram a um imóvel apontado como local utilizado por membros da organização criminosa. No momento da abordagem, dois suspeitos teriam reagido à ação policial utilizando armas de fogo.
Diante da ameaça, houve troca de tiros. Os dois homens baleados foram socorridos e encaminhados para atendimento médico, mas não resistiram aos ferimentos e morreram.
No imóvel alvo da operação, os policiais apreenderam armamentos supostamente usados pelos investigados, além de uma quantidade de droga com características semelhantes à maconha. Todo o material recolhido será submetido à perícia para auxiliar no andamento das investigações.
De acordo com a Polícia Civil, a Operação Leviatã integra uma série de ações permanentes voltadas ao combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas que tentam ampliar sua atuação em Mato Grosso do Sul.
As investigações continuam e novas diligências não estão descartadas. O objetivo é identificar outros envolvidos, desarticular a rede criminosa e impedir que a facção fortaleça sua presença na região.
Turismo
Em uma cidade cercada por rios, marcada pela força do Pantanal e pela coragem de seu povo, existe um lugar onde o tempo parece caminhar mais devagar. Um lugar onde o passado...
12 de junho de 2026
Em uma cidade cercada por rios, marcada pela força do Pantanal e pela coragem de seu povo, existe um lugar onde o tempo parece caminhar mais devagar.
Um lugar onde o passado não foi esquecido.
Onde as vozes dos ancestrais continuam ecoando.
Onde cada objeto guarda uma história e cada história ajuda a explicar quem somos.
Esse lugar é o Museu Arqueológico e Histórico de Coxim (MAHC).
Mais do que um espaço cultural, o MAHC é um verdadeiro templo da memória coxinense. É o lugar onde moradores e visitantes têm a oportunidade de percorrer séculos de história, conhecer as raízes da região e compreender a riqueza cultural que ajudou a moldar uma das cidades mais tradicionais de Mato Grosso do Sul.
Em tempos em que a velocidade da vida moderna muitas vezes nos afasta de nossas origens, o museu surge como um convite para olhar para trás, reconhecer o caminho percorrido e fortalecer o orgulho de pertencer a esta terra.

Um patrimônio que guarda a alma de Coxim
Localizado na histórica casa de Zacarias Mourão, na Rua João Pessoa, no centro da cidade, o MAHC tornou-se um dos mais importantes espaços de preservação cultural do norte do Estado.
Ali estão reunidas mais de mil peças catalogadas, formando um acervo de valor incalculável para a história de Coxim e de toda a região.
São fósseis, artefatos arqueológicos, urnas funerárias, objetos indígenas, equipamentos utilizados nos antigos garimpos, documentos, fotografias, utensílios domésticos, relíquias dos pioneiros e inúmeros outros itens que ajudam a reconstruir a trajetória de um povo.
Cada peça representa um fragmento da história.
Cada objeto preservado é uma testemunha silenciosa dos acontecimentos que transformaram a região ao longo dos séculos.
E, juntas, essas mais de mil peças formam um dos mais importantes acervos históricos do interior de Mato Grosso do Sul.

Uma viagem que começa milhões de anos antes da fundação da cidade
Poucas pessoas imaginam que a história da região de Coxim começou muito antes da chegada dos primeiros colonizadores.
Muito antes da criação do município.
Muito antes das embarcações navegarem pelos rios Taquari e Coxim.
O acervo do MAHC permite ao visitante mergulhar em um passado remoto, revelado por fósseis com milhões de anos de existência.
Esses vestígios ajudam a contar a história geológica da região e despertam a curiosidade sobre um território que guarda segredos muito mais antigos do que se imagina.
Entre as atrações que mais despertam interesse estão os materiais ligados às teorias sobre o lendário Mar dos Xarayés, uma das narrativas históricas mais fascinantes relacionadas ao Pantanal e ao interior da América do Sul.
Ao observar essas peças, o visitante percebe que Coxim ocupa um lugar especial não apenas na história regional, mas também em importantes capítulos da história do continente.

O legado dos povos originários
Muito antes da chegada dos europeus, estas terras já eram habitadas por povos que desenvolveram conhecimentos, tradições e modos de vida profundamente conectados com a natureza.
O museu preserva importantes artefatos arqueológicos que ajudam a contar essa história.
Urnas funerárias, ferramentas de pedra, objetos de uso cotidiano e outros vestígios revelam aspectos da vida dos primeiros habitantes da região.
São peças que carregam significados profundos.
Representam culturas que ajudaram a construir a identidade local.
Representam homens e mulheres que viveram às margens dos rios, caçaram, pescaram, cultivaram a terra e transmitiram saberes que atravessaram gerações.
Conhecer esse legado é compreender que a história de Coxim começou muito antes dos registros oficiais.
É reconhecer que nossa identidade também foi construída pelos povos que aqui viveram antes de nós.

Os pioneiros que ajudaram a construir a cidade
Ao percorrer as salas do museu, o visitante encontra também objetos que remetem aos primeiros moradores que ajudaram a erguer a cidade.
Ferramentas de trabalho, fotografias antigas, móveis, utensílios e documentos contam histórias de coragem, perseverança e esperança.
Histórias de famílias que enfrentaram dificuldades, venceram desafios e ajudaram a transformar uma pequena localidade em uma das cidades mais importantes do norte sul-mato-grossense.
São relatos que despertam emoção, especialmente para quem nasceu em Coxim ou possui raízes familiares ligadas à cidade.
Porque ao observar essas peças, muitos visitantes conseguem enxergar um pouco de seus próprios avós, bisavós e antepassados.

A memória dos garimpos e dos tempos de transformação
O acervo também preserva importantes registros do período dos garimpos de diamantes, atividade que marcou profundamente a economia e a cultura regional.
Entre os itens mais curiosos estão escafandros e equipamentos utilizados por mergulhadores que enfrentavam os rios em busca das preciosas pedras.
São objetos que ajudam a compreender um período de intensas transformações econômicas e sociais na região.
Mais do que relíquias, são testemunhos de uma época que permanece viva na memória de muitas famílias coxinenses.
Um museu que educa e inspira
O MAHC não é apenas um local de preservação.
É também um espaço de educação.
Diariamente, estudantes visitam o museu para aprender sobre a história da cidade, da região e dos povos que ajudaram a construir essa trajetória.
Para muitos jovens, o primeiro contato com a arqueologia, a história local e a preservação do patrimônio acontece dentro dessas salas.
E isso faz toda a diferença.
Porque ninguém valoriza aquilo que não conhece.
Ao aproximar as novas gerações de suas raízes, o museu ajuda a fortalecer a identidade cultural e o sentimento de pertencimento.

O orgulho de ser coxinense
Talvez a maior contribuição do Museu Arqueológico e Histórico de Coxim seja justamente essa.
Despertar orgulho.
Orgulho da nossa história.
Orgulho dos nossos ancestrais.
Orgulho das pessoas que ajudaram a construir esta terra.
Orgulho das tradições que atravessaram gerações.
Orgulho de pertencer a uma cidade que guarda um patrimônio cultural tão rico.
Em cada peça exposta existe uma mensagem silenciosa para os visitantes:
A história de Coxim merece ser conhecida.
Merece ser valorizada.
Merece ser preservada.
Porque uma cidade sem memória perde parte de sua identidade.
Mas uma cidade que cuida de sua história fortalece seu futuro.
Um tesouro que todo coxinense precisa conhecer
Quem visita o MAHC não encontra apenas objetos antigos.
Encontra histórias.
Encontra lembranças.
Encontra emoções.
Encontra as marcas deixadas por aqueles que vieram antes de nós.
Mais do que um museu, o MAHC é um encontro com nossas origens.
É um espaço onde a memória permanece viva.
Onde os ancestrais continuam sendo homenageados.
Onde o passado conversa com o presente.
E onde cada coxinense pode compreender, com ainda mais profundidade, a grandeza de sua própria história.
Porque conhecer o MAHC é conhecer Coxim.
E conhecer Coxim é descobrir que temos muitos motivos para sentir orgulho das nossas raízes, da nossa cultura e da herança deixada por aqueles que construíram esta cidade que aprendemos a chamar de lar.
Com um acervo composto por mais de 1.000 peças catalogadas, o Museu Arqueológico e Histórico de Coxim (MAHC) é um dos mais importantes espaços de preservação da memória e da cultura do norte de Mato Grosso do Sul. Localizado na histórica Casa de Zacarias Mourão, na Rua João Pessoa, nº 210, no centro de Coxim, ao lado da Praça Zacarias Mourão, o museu está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. A visitação é gratuita e permite que moradores, estudantes, pesquisadores e turistas tenham acesso a um rico acervo que retrata desde a pré-história da região até os períodos mais recentes da formação da cidade. Para grupos escolares, universidades e instituições, o MAHC também disponibiliza agendamento prévio de visitas, fortalecendo sua missão de preservar, educar e aproximar a população de suas raízes históricas e culturais
Conquista
O anúncio da implantação do curso de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) no campus de Coxim criou em verdadeiro alvoroço na cidade nesta...
12 de junho de 2026
O anúncio da implantação do curso de Medicina da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) no campus de Coxim criou em verdadeiro alvoroço na cidade nesta semana, após várias tratativas a confirmação veio durante a vinda do ministro em Campo Grande na última quarta-feira(10)
A vinda do curso representa muito mais do que a chegada de uma nova graduação. Na prática, a medida tem potencial para provocar uma verdadeira transformação econômica, social e educacional na cidade, criando oportunidades que podem impactar gerações, a expectativa é que o primeiro vestibular para o curso de Medicina da UFMS em Coxim aconteça em 2028, marcando um momento histórico para a educação superior da região norte de Mato Grosso do Sul.
A previsão inicial é de oferta de 50 vagas para a primeira turma, que deverá atrair estudantes de diversas cidades do Estado e também de outras regiões do país. A chegada dos primeiros acadêmicos representará não apenas a realização de um antigo sonho da comunidade acadêmica e da população coxinense, mas também o início de uma nova fase para o município, que passará a integrar o seleto grupo de cidades brasileiras que contam com formação médica em instituição pública federal. A expectativa é que, já nos primeiros anos de funcionamento, o curso produza impactos positivos na economia local, na qualificação dos serviços de saúde e no fortalecimento de Coxim como polo regional de conhecimento, inovação e desenvolvimento.
A confirmação feita pelo Ministério da Educação (MEC) nesta semana foi recebida com entusiasmo não apenas pela comunidade acadêmica, mas também por empresários, comerciantes, profissionais da saúde e moradores que enxergam na iniciativa uma oportunidade histórica para o desenvolvimento de Coxim e de toda a região norte do Estado.
A criação do curso atende uma reivindicação antiga da população e da universidade. Se concretizada, a novidade colocará Coxim em um novo patamar dentro do cenário educacional sul-mato-grossense.
Mais do que formar médicos, a expectativa é que o curso se torne um motor de crescimento capaz de impulsionar diversos setores da economia local.
A conquista do curso de Medicina para Coxim é o resultado de uma mobilização coletiva que reuniu diferentes lideranças em torno de um objetivo comum: ampliar as oportunidades de ensino superior e fortalecer o desenvolvimento da região norte do Estado. Nesse processo, merece destaque a atuação incansável da diretora do Campus da UFMS de Coxim, professora Silvana Zanchet, que ao longo dos últimos anos tornou-se uma das principais defensoras do projeto. Com determinação, diálogo e persistência, Silvana liderou esforços técnicos e institucionais ao lado de sua equipe, sem medir esforços para transformar um sonho antigo em uma possibilidade concreta. A iniciativa também contou com o apoio decisivo da reitora da UFMS, professora Camila Celeste Ítavo, que encampou a proposta junto ao Ministério da Educação, além da união de forças da classe política local, estadual e federal. O prefeito Edilson Magro, vereadores de Coxim, deputados estaduais, deputados federais e diversas lideranças da sociedade coxinense somaram-se à luta, demonstrando que quando a educação se torna prioridade, as diferenças ficam de lado e prevalece o compromisso com o futuro. O avanço do projeto simboliza justamente essa construção coletiva, fruto da perseverança de quem acreditou que Coxim possui potencial para se consolidar como um importante polo universitário, de saúde e desenvolvimento para todo o Mato Grosso do Sul.
UM NOVO CICLO DE DESENVOLVIMENTO
Especialistas em desenvolvimento regional apontam que cidades que recebem cursos de Medicina costumam experimentar profundas transformações econômicas em poucos anos.
Isso acontece porque a graduação possui uma dinâmica diferente da maioria dos cursos superiores.
A implantação exige investimentos em infraestrutura, contratação de professores, ampliação de laboratórios, melhorias nos serviços de saúde e fortalecimento da rede hospitalar.
Tudo isso gera empregos.
Desde a fase de implantação, dezenas de trabalhadores podem ser contratados para obras, adequações estruturais e expansão dos espaços acadêmicos.
Posteriormente, surgem novas vagas para professores, técnicos administrativos, profissionais da saúde, pesquisadores e prestadores de serviços.
Além dos empregos diretos, há um efeito multiplicador que beneficia praticamente toda a cidade.
ESTUDANTES MOVIMENTAM A ECONOMIA
Um dos maiores impactos econômicos deverá ocorrer com a chegada de estudantes de outras cidades e estados.
Tradicionalmente, cursos de Medicina atraem jovens de diversas regiões do país, o que provoca um aumento significativo na demanda por moradia, alimentação, transporte e serviços.
Na prática, isso significa mais movimento para imobiliárias, hotéis, pousadas, restaurantes, supermercados, farmácias, academias, lanchonetes e comércios em geral.
O setor imobiliário, por exemplo, tende a ser um dos primeiros beneficiados.
A procura por casas, apartamentos e kitnets costuma crescer rapidamente em cidades universitárias, incentivando novos investimentos na construção civil e valorizando imóveis urbanos.
COMÉRCIO LOCAL GANHA NOVO FÔLEGO
A circulação de centenas de novos estudantes, professores e profissionais ligados à universidade representa um aumento importante na movimentação financeira da cidade.
Cada estudante que chega para morar em Coxim passa a consumir diariamente.
Compra alimentos.
Utiliza transporte.
Frequenta estabelecimentos comerciais.
Contrata serviços.
Participa da economia local.
Quando multiplicado ao longo dos anos, esse fluxo gera milhões de reais circulando dentro do município.
O resultado é o fortalecimento dos pequenos negócios e o surgimento de novos empreendimentos.
Em diversas cidades brasileiras, a chegada de cursos de Medicina impulsionou a abertura de clínicas, laboratórios, cafeterias, livrarias, repúblicas estudantis, centros de estudo, restaurantes e empresas voltadas ao atendimento da comunidade acadêmica.
SAÚDE MAIS FORTE PARA A REGIÃO
Os benefícios não se limitam à economia.
A presença de um curso de Medicina costuma provocar avanços significativos na área da saúde.
A formação dos estudantes exige atividades práticas em unidades de saúde, hospitais e clínicas, o que normalmente estimula melhorias estruturais e amplia a oferta de serviços para a população.
Além disso, a formação de profissionais na própria região aumenta as chances de fixação de médicos no interior, ajudando a reduzir a carência de especialistas em municípios distantes dos grandes centros.
Para o norte de Mato Grosso do Sul, isso representa um ganho estratégico.
Coxim poderá se consolidar não apenas como referência educacional, mas também como um importante polo regional de saúde.
RETENÇÃO DE TALENTOS
Outro aspecto importante é a oportunidade para jovens da própria região.
Atualmente, muitos estudantes precisam deixar Coxim para cursar Medicina em outras cidades ou estados.
Com a implantação da graduação na UFMS, parte desses talentos poderá permanecer próxima de suas famílias enquanto busca a formação profissional.
Isso reduz custos para os estudantes e fortalece os vínculos entre a universidade e a comunidade local.
Ao mesmo tempo, atrai novos talentos para o município, ampliando a diversidade acadêmica e cultural da cidade.
COXIM NO MAPA DOS GRANDES CENTROS UNIVERSITÁRIOS
A implantação da Medicina também fortalece a imagem institucional do município.
Cidades que possuem cursos médicos geralmente ganham maior visibilidade regional e nacional.
Passam a atrair eventos científicos.
Congressos.
Projetos de pesquisa.
Investimentos públicos.
Parcerias acadêmicas.
Empresas ligadas ao setor da saúde.
Esse movimento gera desenvolvimento econômico e aumenta a relevância estratégica do município dentro do Estado.
Para Coxim, que já ocupa posição de destaque como porta de entrada do Pantanal e centro regional do norte sul-mato-grossense, a chegada da Medicina representa mais um passo em direção ao futuro.
UM SONHO QUE COMEÇA A GANHAR FORMA
Embora ainda existam etapas burocráticas e investimentos necessários para a efetiva implantação do curso, o anúncio do Ministério da Educação foi recebido como um sinal claro de que o projeto está avançando.
A previsão inicial é de oferta de 40 vagas.
Pode parecer pouco à primeira vista.
Mas a história mostra que cursos de Medicina possuem capacidade de transformar cidades inteiras.
Mais do que uma nova graduação, Coxim poderá receber uma oportunidade histórica de crescimento.
Uma oportunidade capaz de gerar empregos, movimentar a economia, fortalecer a saúde, atrair investimentos e abrir novos horizontes para milhares de jovens.
Se o projeto seguir adiante, o município não estará apenas ganhando um curso.
Estará investindo em conhecimento, desenvolvimento e futuro.
E, para uma cidade que sempre acreditou na força da educação como ferramenta de transformação, a chegada da Medicina pode representar o início de uma nova era para Coxim.