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Suspeita de amarrar e roubar idosa de 63 anos é presa, apesar de disfarce

A mulher foi localizada pela polícia após denúncias anônimas e havia cortado e pintado o cabelo para não ser reconhecida

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25 de junho de 2018

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CG News

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A suspeita de fazer uma idosa de 63 anos, que é cadeirante, refém e roubar um Fiat Toro na tarde de sexta-feira (22) foi identificada e presa na manhã desta domingo (24). Salete Borges Braga, de 33 anos, foi localizada no Parque do Lageado e havia cortado e pintado o cabelo para não ser reconhecida.

De acordo com o boletim de ocorrência, a polícia militar chegou ao endereço de Salete após denúncias anônimas. A informação era de que “Loira Salete” havia roubado a caminhonete e estava no Parque do Lageado desde a data do crime. A partir daí, os policiais conseguiram identificar a suspeita.

Salete foi localizada no Bairro Portal da Lagoa, mas para não ser reconhecida já havia cortado e pintado o cabelo. Com ela, os policiais encontraram ainda um dos celular levado da casa da idosa. A mulher então foi levada para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro, onde foi reconhecida pela vítima.

O segundo envolvido no crime ainda não foi localizado. O caso aconteceu na tarde de sexta-feira na Vila Nova Campo Grande. Conforme o registro da ocorrência a idosa havia anunciado no Facebook e no site Olx a venda da picape, por R$ 73 mil.

Depois de negociar com um homem por telefone, uma mulher que seria a esposa do suposto comprador foi até o imóvel para ver o carro acompanhada de um suposto mecânico. Após uma “avaliação” no veículo, a suspeita simulou uma ligação para o marido. No momento em que ela passou o telefone para a vítima, o comparsa anunciou assalto.

A vítima que estava na cadeira de rodas foi amordaçada pelo suspeito e em seguida teve as mãos amarradas. A ação da dupla durou cerca de 30 minutos. A dupla fugiu levando dois celulares, dinheiro, computador e uma picape Fiat Toro, avaliada em R$ 73 mil.

Polícia

Homem é preso após espancar companheira até ela desmaiar e tentar subornar policiais

Mecânico foi autuado por violência doméstica e corrupção ativa; vítima segue internada com ferimentos.

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16 de junho de 2026

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Um mecânico de 36 anos foi preso em flagrante na noite de segunda-feira (15), no Bairro Jardim das Palmeiras, em Água Clara, acusado de agredir brutalmente a companheira, de 39 anos, até que ela desmaiasse duas vezes em via pública. Durante a prisão, ele ainda tentou subornar policiais militares para evitar a detenção, oferecendo dinheiro tanto no local quanto na delegacia.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 23h30 e encontrou a vítima desacordada no chão, enquanto recebia atendimento de uma equipe de ambulância do Hospital Municipal.

Agressões ocorreram após discussão

Segundo testemunhas, o casal teria discutido em uma conveniência por motivos relacionados a ciúmes. Durante o desentendimento, o homem passou a agredir a mulher com diversos socos no rosto e no abdômen.

As agressões só foram interrompidas após a intervenção de moradores da região. A vítima foi socorrida com hematomas pelo corpo e sangramento genital, sendo encaminhada para atendimento médico. Ela permanece internada.

Suspeito negou agressões

Ao ser abordado pelos policiais, o mecânico negou ter cometido o crime e alegou que a companheira havia caído sozinha por estar embriagada.

No entanto, durante o encaminhamento para a viatura, o suspeito ofereceu R$ 1 mil aos policiais para ser liberado. Já na Delegacia de Polícia Civil, aumentou a proposta para R$ 5 mil.

As ofertas foram recusadas imediatamente pelas equipes de segurança.

Além da violência doméstica, homem responderá por corrupção ativa

Diante dos fatos, o mecânico foi autuado em flagrante pelos crimes de violência doméstica e corrupção ativa. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Como denunciar

Mulheres vítimas de violência ou pessoas que presenciem situações de agressão podem buscar ajuda por meio do telefone 180, que funciona 24 horas por dia oferecendo orientação e acolhimento.

Em casos de risco iminente ou emergência, a recomendação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190.

Polícia

Mulher já tinha sido ameaçada mais de 3 vezes por morto com 10 facadas em MS

A ex-companheira de Alessandro de Souza Grefe, de 28 anos, morto com 10 facadas, já tinha sido ameaçada mais de três vezes por ele. Um adolescente de 15 anos desferiu as...

Mulher já tinha sido ameaçada mais de 3 vezes por morto com 10 facadas em MS

16 de junho de 2026

Mulher já tinha sido ameaçada mais de 3 vezes por morto com 10 facadas em MS

 

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A ex-companheira de Alessandro de Souza Grefe, de 28 anos, morto com 10 facadas, já tinha sido ameaçada mais de três vezes por ele. Um adolescente de 15 anos desferiu as facadas em Alessandro para defender a mãe em casa, no Jardim das Macaúbas, em Campo Grande, na madrugada de segunda-feira (15).

No domingo (14), a ex havia registrado boletim de ocorrência de ameaça contra o homem. Por volta das 22h, a mulher foi até a delegacia denunciar Alessandro, enquanto o filho ficou em casa.

Segundo os relatos de conhecidos da mulher, o ex-companheiro teria passado o dia inteiro andando na região, proferindo ameaças contra ela e seus filhos e tentando invadir a residência.

“À 1h da madrugada, na terceira tentativa de invadir a casa, lá estava o menino de 15 anos, que surpreendeu o invasor. Desde o início, a polícia estava atualizada da situação, de que ela estava sendo ameaçada de morte pelo ex-marido”, contou um conhecido ao Jornal Midiamax.

‘Atentava contra a mulher e as crianças’

Diante das ameaças, testemunhas acreditavam que Alessandro pudesse tentar contra a vida da ex e de seus filhos a qualquer momento. “Esse cara não era inocente; ele atentava contra a mulher e as crianças. Se ele conseguisse fazer o que estava disposto, hoje eu teria vários velórios. O ocorrido não foi por acaso, era premeditado [por Alessandro]”, afirmou.

Segundo conhecidos da mulher, a ex-companheira de Alessandro estava na delegacia registrando a denúncia de ameaça quando foi avisada sobre o assassinato na madrugada. Naquele dia, a polícia já estava em diligências, pois, de acordo com a família, a mulher tinha medida protetiva contra o ex.

Após ser avisada de que Alessandro foi assassinado, a mulher foi até a residência com os policiais e encontrou o corpo dele no quintal. A testemunha revelou à reportagem que o filho da mulher já estava monitorando Alessandro.

“Ele já cuidava dos movimentos dele e, quando Alessandro entrou, bateu de frente com o menino. Ele atingiu o adolescente com um soco e logo ele revidou com a única coisa que tinha nas mãos: a faca”, lembrou.

Facadas nas costas

Durante a madrugada, a PM esteve no local e acionou a Polícia Civil, juntamente com a equipe de perícia. Na ocasião, foram constatadas aproximadamente 10 facadas na região superior das costas de Alessandro. O casaco da vítima também estava com perfurações, indicando que a roupa possa ter sido retirada após as agressões do suspeito.

Equipes do GOI (Grupo de Operações e Investigações) também estiveram no local fazendo diligências em busca do suspeito e da arma usada no crime.

No local, foi constatada uma mancha de sangue no portão de uma residência, indicando que alguém possa ter se apoiado na estrutura. À reportagem, outra vizinha disse que ouviu um grito de socorro durante a madrugada.

“Eu só escutei alguém pedindo socorro e, depois, uma movimentação de carro e moto. Inicialmente, não fiquei com medo, mas hoje fiquei assustada com a mancha de sangue no portão. Como há movimentação de pessoas em situação de rua por aqui, pensei que fosse uma briga entre eles”, relatou.

Diante do envolvimento do adolescente, o caso será encaminhado para a Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude).

Midiamax