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Brothers choram após saberem sobre coronavírus, mas achavam que era Terceira Guerra

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17 de março de 2020

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Ao serem informados sobre o avanço do novo coronavírus, na noite desta segunda-feira (16), no Big Brother Brasil 20, os participantes confinados ficaram muito assustados com as informações transmitidas por Tiago Leifert e pelo médico infectologista Edimilson Migowski.

As mulheres da casa, como Rafa Kalimann, Mari e Gabi ficaram muito emocionadas com a notícia e algumas chegaram a chorar, como Rafa. A blogueira perguntou como estava a situação no mundo. Ao ser informada que a situação é grave em vários países, ela ficou ainda mais nervosa, porque tem parentes na África.

Mais tarde, Tiago Leifert a tranquilizou dizendo que os países africanos são menos afetados pela pandemia.

Os brothers quiseram perguntar sobre familiares deles, e o apresentador garantiu que entrou em contato com os parentes e que está tudo bem. E combinou ainda que, se algo mudar no cenário, eles serão avisados.

"Vocês estão muito seguros aí, o pessoal aqui fora até está brincando que querem entrar aí, porque é o lugar mais seguro".

Eles também foram informados que o Brasil tem mais de 200 casos confirmados e que a recomendação do governo é que as pessoas fiquem em casa, por isso, aulas foram suspensas em diversas cidades, assim como jogos de futebol.

Gizelly perguntou quantas mortes ocorreram no Brasil em decorrência do coronavírus, e Tiago chegou a falar que tinha uma, mas depois corrigiu a informação e afirmou que não há nenhum óbito confirmado.

Os participantes também foram informados sobre as formas de transmissão do vírus, e a importância dos cuidados de higiene, especialmente lavar as mãos. Eles ficaram sabendo também que os paredões não terão plateia nem a presença de familiares pelas próximas duas semanas.

Os participantes receberam três potes de álcool gel para a casa. Após a conversa, alguns dos brothers disseram que pensaram que Tiago Leifert, quando começou o seu anúncio, iria contar que tinha tido início a Terceira Guerra Mundial.

Mais cedo, em comunicado, a Globo já tinha informado que redobrou os cuidados no BBB 20, como em relação à higienização de qualquer produto que entre na casa e o monitoramento de todas as pessoas que têm acesso -já restrito- à residência. "Além disso, todos os participantes são acompanhados 24 horas por uma equipe médica", informou a emissora.

Ainda de acordo com a Globo, a produção do BBB 20 aumentou o limite diário de consumo de água para todos na casa para que os brothers possam lavar as mão com mais frequência, já que essa ação é um dos principais fatores de prevenção

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Lula vai melhor do que Bolsonaro em educação e pior em segurança, diz pesquisa da AtlasIntel

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O governo de Lula (PT) apresenta um desempenho superior ao de Jair Bolsonaro (PL) em áreas como educação e direitos humanos, segundo pesquisa da AtlasIntel em parceria com a CNN Brasil. O levantamento, realizado entre 24 e 27 de fevereiro com 2.595 entrevistados, aponta que em dez das dezoito áreas analisadas, Lula se destaca, incluindo educação, turismo e políticas sociais. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

Recentemente, Lula anunciou o pagamento da primeira parcela do programa Pé de Meia, que visa incentivar a permanência de alunos no ensino médio. A bolsa, no valor de R$ 1.000, foi paga na terça-feira, dia 25. Apesar dos avanços em educação, o governo Lula enfrenta críticas na área de segurança pública, onde obteve um desempenho inferior ao de Bolsonaro, conforme a pesquisa.

Além da segurança, outras áreas em que o governo Lula teve desempenho abaixo do antecessor incluem responsabilidade fiscal e controle de gastos, imposto e carga fiscal, e transportes. A segurança pública, em particular, é uma preocupação crescente entre os brasileiros, conforme ressaltado em uma pesquisa anterior da AtlasIntel/Bloomberg.

Por outro lado, em quatro áreas, os resultados foram considerados empate técnico, incluindo saúde e meio ambiente. A pesquisa reflete a percepção dos eleitores sobre as políticas e ações dos dois governos, destacando as áreas de maior e menor eficácia.

 

Aléx Viana

A queda de braço entre o andar de cima e o andar de baixo e a cultura de precedentes

Não se tem dúvida de que no Brasil impera o recrudescimento no âmbito penal, é por isso que o país tem a 3ª maior população carcerária do...

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14 de fevereiro de 2025

A queda de braço entre o andar de cima e o andar de baixo e a  cultura de precedentes

 

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Não se tem dúvida de que no Brasil impera o recrudescimento no âmbito penal, é por isso que o país tem a 3ª maior população carcerária do mundo, com mais de 800 mil pessoas presas no sistema penitenciário.
A consequência desse punitivismo exacerbado está no crescente número de demandas judiciais nos Tribunais Superiores, para se ter uma ideia o STF julgou mais HCs nos últimos 15 anos do que nos 100 primeiros anos de sua existência. No ano 2000 o STF recebeu 970 HCs, já em 2023 recebeu 2.760. O STJ no ano 2000 recebeu 3.087, e, em 2023 recebeu 18.227 HCs. Portanto é inquestionável que a demanda dos Tribunais Superiores aumentou consideravelmente.
Esse aumento da demanda vem motivando muitas reclamações dos Ministros. Mas o problema não é a demanda em si, mas, sim, a causa dela. Não existe na nossa cultura jurídica uma cultura de respeito aos precedentes judiciais, vou além, não existe uma cultura de respeito a Constituição e ao Código de Processo Penal. Após 35 anos da promulgação da Constituição de 1988 ainda se discute nos Tribunais o direito da defesa ter acesso aos autos.
No Brasil os direitos e garantias fundamentais do ser humano não são respeitados, aqui se pratica uma prestação jurisdicional personalíssima, onde o juiz cria uma norma processual própria. Até as prerrogativas da advocacia são transgredidas todos os dias, inclusive pelo STF. Réu e Advogado são tratados como inimigos de Estado.
Mas qual a razão dessa cultura? Certamente a razão mais significativa é a aporofobia, o ódio do sistema em desfavor do pobre. É impossível visualizar os dados e não enxergar que a desigualdade social e a ignorância do povo são as maiores condicionantes da nossa situação atual.
A matéria penal mais tratada no âmbito jurisdicional é relacionada ao tráfico de drogas, nela podemos observar que somente 11,25% das prisões por tráfico advém de investigações prévias, 88,75% advém de prisão em flagrante, desse número 75% são realizados pela polícia militar, e, somente, 15,49% são realizados pela polícia civil. Em suma o sistema enxuga gelo através da polícia militar prendendo peão. (Sentenciando o tráfico: o papel dos juízes no grande encarceramento / Marcelo Semer. – 1.ed. – São Paulo : Trirant lo Blanch, 2019, p. 158/159)
Como o sistema penal mira somente o pobre, o que é inquestionável ao se observar os dados, vigora no país a ideia de que a vida do pobre não tem muito valor, é por isso que a regra em primeira e segunda instância é prender e deixar preso, é por isso que vigora a ideia de que os fins justificam os meios, em que os direitos e garantias fundamentais são relativizados em prol da punição.
É impossível não rememorar Victor Hugo em “O ÚLTIMO DIA DE UM CONDENADO”, que no prefácio se critica que a abolição da guilhotina ocorreu para salvar nobres, isto é, enquanto os guilhotinados eram pobres estava tudo bem: “Se a tivessem proposto, essa desejável abolição, não por conta de quatro ministros despencados das Tuileries em Vincennes, mas por conta do primeiro salteador vindo, por conta de um desses miseráveis que os senhores mal olham quando cruzam com eles na rua, a quem não dirigem a palavra, cujo convívio empoeirado evitam instintivamente, um desse miseráveis, cuja infância maltrapilha correu descalça por ruas lamacentas (...)”.
Assim, não há dúvida que estamos vivendo um choque entre a ideia classista e punitivista do andar de baixo e a ideia progressista do andar de cima. Enquanto o STJ e o STF não efetivamente solidificar a cultura de precedentes, vamos continuar nessa queda de braço, que as instâncias inferiores saem ganhando quando os ministros não deferem de plano a liminar, haja vista o tempo que leva o julgamento do mérito de um HC.