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Cientistas brasileiros criam stent impresso em 3D que desaparece no organismo após tratamento

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1 de julho de 2026

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Glenda Melo

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Uma pesquisa desenvolvida no Brasil pode transformar o tratamento de pacientes com doenças cardiovasculares. Cientistas da Universidade Estadual de Campinas desenvolveram um stent biodegradável fabricado por impressão 3D, tecnologia que permite criar um dispositivo capaz de manter a artéria aberta durante o período necessário e, posteriormente, ser absorvido naturalmente pelo organismo.

O novo modelo foi desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Química da universidade e utiliza uma resina especial que combina resistência mecânica e biocompatibilidade. A proposta é oferecer uma alternativa aos stents metálicos tradicionais, que permanecem de forma permanente no corpo mesmo após cumprirem sua função.

Segundo os responsáveis pelo projeto, a tecnologia busca reduzir possíveis complicações associadas aos implantes convencionais, como inflamações prolongadas e dificuldades em futuros procedimentos cardiovasculares. Com a absorção gradual do dispositivo, a expectativa é que o vaso sanguíneo recupere sua função natural sem a presença de um material permanente.

Outro diferencial do projeto é a utilização da impressão 3D, que abre caminho para a produção de stents personalizados de acordo com as características de cada paciente. Essa possibilidade pode aumentar a precisão do tratamento e contribuir para melhores resultados clínicos.

Embora ainda precise passar por novas etapas de avaliação antes de chegar aos hospitais, o desenvolvimento representa um importante avanço da ciência brasileira e reforça o potencial das tecnologias biomédicas para tornar os procedimentos cardiovasculares mais seguros, modernos e menos invasivos.

Especialistas avaliam que soluções biodegradáveis como essa podem marcar uma nova geração de dispositivos médicos, oferecendo mais qualidade de vida aos pacientes e ampliando as possibilidades de tratamento para doenças que continuam entre as principais causas de morte no mundo.

Anvisa

Anvisa recolhe lote de dipirona injetável após detectar irregularidade

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão imediata de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/mL utilizada em aplicações...

Anvisa recolhe lote de dipirona injetável após detectar irregularidade

1 de julho de 2026

Anvisa recolhe lote de dipirona injetável após detectar irregularidade

 

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão imediata de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/mL utilizada em aplicações injetáveis, após a identificação de uma falha de qualidade que pode representar risco à saúde. A decisão vale para todo o território nacional e envolve a interrupção da comercialização, distribuição e utilização do medicamento.

A medida foi adotada depois que análises apontaram a presença de partículas na solução injetável, um problema que indica a existência de materiais estranhos ou componentes que não foram completamente dissolvidos durante o processo de fabricação. Esse tipo de irregularidade pode comprometer a segurança do produto, principalmente quando administrado diretamente na corrente sanguínea.

O lote afetado é o 24112378, produzido pela farmacêutica Hypofarma, e corresponde à apresentação em caixas contendo 100 ampolas de 2 mL. A determinação é direcionada principalmente a hospitais, clínicas, unidades de saúde e demais estabelecimentos que utilizam o medicamento em atendimentos médicos.

A Anvisa orienta que instituições de saúde verifiquem seus estoques e retirem imediatamente o lote interditado de circulação, evitando sua administração em pacientes. A recomendação também vale para distribuidoras e estabelecimentos responsáveis pelo armazenamento do produto.

É importante destacar que a suspensão se restringe ao lote identificado na resolução da agência reguladora. Outros lotes da dipirona fabricados pela empresa ou por outros laboratórios não foram incluídos na medida e continuam autorizados para comercialização, desde que atendam aos padrões de qualidade exigidos.

A atuação da Anvisa faz parte do monitoramento permanente da qualidade dos medicamentos comercializados no país. Sempre que são detectadas falhas capazes de comprometer a eficácia ou a segurança de um produto, o órgão pode determinar medidas preventivas, como recolhimento, interdição ou suspensão da distribuição, com o objetivo de proteger a saúde da população.

Pacientes que tenham dúvidas sobre medicamentos utilizados durante internações ou procedimentos médicos devem procurar orientação junto ao profissional de saúde responsável pelo atendimento. Já as unidades de saúde devem seguir as determinações da agência reguladora e adotar as providências necessárias para impedir o uso do lote suspenso.

 

Anvisa

Anvisa determina retirada de "cafés fake" do mercado após identificar substância tóxica em produtos

Os consumidores devem redobrar a atenção na hora de comprar produtos que imitam o café tradicional. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)...

Anvisa determina retirada de "cafés fake" do mercado após identificar substância tóxica em produtos

1 de julho de 2026

Anvisa determina retirada de "cafés fake" do mercado após identificar substância tóxica em produtos

 

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Os consumidores devem redobrar a atenção na hora de comprar produtos que imitam o café tradicional. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e consumo de três marcas vendidas como "bebida sabor café" após a constatação de irregularidades consideradas graves para a saúde pública.

A decisão foi tomada com base em análises realizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que identificaram o uso de matérias-primas inadequadas para alimentação humana. Entre os problemas encontrados está a presença de ocratoxina A, uma toxina produzida por determinados fungos e que pode causar efeitos nocivos ao organismo, especialmente comprometendo a função dos rins quando ingerida em níveis elevados.

As marcas atingidas pela medida são Melissa, Pingo Preto e Oficial, que não poderão mais ser produzidas nem permanecer à venda. A determinação também impede qualquer tipo de divulgação comercial desses produtos em todo o território nacional.

Os chamados "cafés fake" ganharam espaço no mercado por serem comercializados como alternativas de menor custo ao café tradicional. No entanto, esses produtos nem sempre possuem a mesma composição do café torrado e moído, podendo conter ingredientes diferentes daqueles esperados pelo consumidor.

A Anvisa orienta que pessoas que tenham adquirido produtos das marcas proibidas interrompam o consumo imediatamente. Além disso, os estabelecimentos comerciais devem retirar os itens das prateleiras para cumprir a determinação do órgão regulador.

Especialistas destacam que o consumidor deve sempre verificar a procedência dos alimentos, conferir as informações presentes nos rótulos e dar preferência a produtos registrados e fabricados por empresas que atendam às normas sanitárias. A fiscalização tem como objetivo garantir que apenas alimentos seguros permaneçam disponíveis no mercado brasileiro, protegendo a saúde da população.