quarta, 01 de julho, 2026
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão imediata de um lote de dipirona monoidratada 500 mg/mL utilizada em aplicações injetáveis, após a identificação de uma falha de qualidade que pode representar risco à saúde. A decisão vale para todo o território nacional e envolve a interrupção da comercialização, distribuição e utilização do medicamento.
A medida foi adotada depois que análises apontaram a presença de partículas na solução injetável, um problema que indica a existência de materiais estranhos ou componentes que não foram completamente dissolvidos durante o processo de fabricação. Esse tipo de irregularidade pode comprometer a segurança do produto, principalmente quando administrado diretamente na corrente sanguínea.
O lote afetado é o 24112378, produzido pela farmacêutica Hypofarma, e corresponde à apresentação em caixas contendo 100 ampolas de 2 mL. A determinação é direcionada principalmente a hospitais, clínicas, unidades de saúde e demais estabelecimentos que utilizam o medicamento em atendimentos médicos.
A Anvisa orienta que instituições de saúde verifiquem seus estoques e retirem imediatamente o lote interditado de circulação, evitando sua administração em pacientes. A recomendação também vale para distribuidoras e estabelecimentos responsáveis pelo armazenamento do produto.
É importante destacar que a suspensão se restringe ao lote identificado na resolução da agência reguladora. Outros lotes da dipirona fabricados pela empresa ou por outros laboratórios não foram incluídos na medida e continuam autorizados para comercialização, desde que atendam aos padrões de qualidade exigidos.
A atuação da Anvisa faz parte do monitoramento permanente da qualidade dos medicamentos comercializados no país. Sempre que são detectadas falhas capazes de comprometer a eficácia ou a segurança de um produto, o órgão pode determinar medidas preventivas, como recolhimento, interdição ou suspensão da distribuição, com o objetivo de proteger a saúde da população.
Pacientes que tenham dúvidas sobre medicamentos utilizados durante internações ou procedimentos médicos devem procurar orientação junto ao profissional de saúde responsável pelo atendimento. Já as unidades de saúde devem seguir as determinações da agência reguladora e adotar as providências necessárias para impedir o uso do lote suspenso.
Anvisa
Os consumidores devem redobrar a atenção na hora de comprar produtos que imitam o café tradicional. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)...
1 de julho de 2026
Os consumidores devem redobrar a atenção na hora de comprar produtos que imitam o café tradicional. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e consumo de três marcas vendidas como "bebida sabor café" após a constatação de irregularidades consideradas graves para a saúde pública.
A decisão foi tomada com base em análises realizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que identificaram o uso de matérias-primas inadequadas para alimentação humana. Entre os problemas encontrados está a presença de ocratoxina A, uma toxina produzida por determinados fungos e que pode causar efeitos nocivos ao organismo, especialmente comprometendo a função dos rins quando ingerida em níveis elevados.
As marcas atingidas pela medida são Melissa, Pingo Preto e Oficial, que não poderão mais ser produzidas nem permanecer à venda. A determinação também impede qualquer tipo de divulgação comercial desses produtos em todo o território nacional.
Os chamados "cafés fake" ganharam espaço no mercado por serem comercializados como alternativas de menor custo ao café tradicional. No entanto, esses produtos nem sempre possuem a mesma composição do café torrado e moído, podendo conter ingredientes diferentes daqueles esperados pelo consumidor.
A Anvisa orienta que pessoas que tenham adquirido produtos das marcas proibidas interrompam o consumo imediatamente. Além disso, os estabelecimentos comerciais devem retirar os itens das prateleiras para cumprir a determinação do órgão regulador.
Especialistas destacam que o consumidor deve sempre verificar a procedência dos alimentos, conferir as informações presentes nos rótulos e dar preferência a produtos registrados e fabricados por empresas que atendam às normas sanitárias. A fiscalização tem como objetivo garantir que apenas alimentos seguros permaneçam disponíveis no mercado brasileiro, protegendo a saúde da população.
Saúde
Levar a vacinação para mais perto dos estudantes tem se mostrado uma das formas mais eficazes de aumentar a cobertura vacinal em Mato Grosso do Sul. Apostando nessa estratégia,...
30 de junho de 2026
Levar a vacinação para mais perto dos estudantes tem se mostrado uma das formas mais eficazes de aumentar a cobertura vacinal em Mato Grosso do Sul. Apostando nessa estratégia, o Governo do Estado promoveu a primeira edição da campanha "Aluno Imunizado", que transformou escolas em pontos de prevenção e garantiu a aplicação de mais de 30 mil doses de vacinas em crianças e adolescentes.
A iniciativa alcançou resultados expressivos ao envolver praticamente todos os municípios sul-mato-grossenses. Com adesão de 98,7% das cidades, a ação evidenciou a união entre as redes estadual e municipal de saúde e educação para combater a queda da vacinação e proteger a população mais jovem contra diversas doenças.
Durante a mobilização, equipes de imunização visitaram unidades de ensino para verificar as cadernetas de vacinação dos alunos, identificar esquemas incompletos e oferecer as doses necessárias. Além da aplicação das vacinas, os profissionais realizaram um trabalho de orientação junto às famílias, reforçando a importância de manter o calendário vacinal atualizado.
A estratégia também buscou eliminar barreiras que muitas vezes dificultam o acesso às vacinas, como a falta de tempo dos responsáveis para comparecer às unidades de saúde. Ao levar o serviço para dentro das escolas, o Estado conseguiu ampliar o alcance da campanha e facilitar a imunização de milhares de estudantes.
O resultado da primeira edição demonstra que a integração entre Saúde e Educação pode desempenhar um papel decisivo na prevenção de doenças e no fortalecimento das políticas públicas voltadas à infância e à adolescência. Com o sucesso da mobilização, a expectativa é que a Estratégia Aluno Imunizado passe a integrar o calendário de ações permanentes, contribuindo para manter elevados os índices de cobertura vacinal em Mato Grosso do Sul.
Para a Secretaria de Estado de Saúde, a experiência reforça que a vacinação continua sendo uma das principais ferramentas de proteção coletiva e que aproximar esse serviço da comunidade escolar representa um avanço importante na promoção da saúde e na prevenção de surtos de doenças imunopreveníveis.