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Capacitação em Coxim orienta agentes sobre controle de escorpiões

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28 de novembro de 2025

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Prefeitura Municipal

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A Prefeitura de Coxim, em parceria com órgãos de saúde e controle ambiental, promove nesta sexta-feira, 28 de novembro, uma capacitação voltada para o manejo, controle de escorpiões e atendimento aos acidentes escorpiônicos. O evento acontece no auditório da Câmara de Vereadores, das 8h às 11h30, e é direcionado especialmente aos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE).

A capacitação “Rede Integrada de Controle de Escorpiões (RICE): Manejo, Controle de Escorpiões e Atendimento aos Acidentes Escorpiônicos” tem como objetivo fortalecer o conhecimento dos profissionais sobre as melhores práticas para identificação, prevenção e combate aos escorpiões, além de orientar sobre os procedimentos adequados no atendimento a vítimas de acidentes com esses animais.

A participação dos ACS e ACE é fundamental para o sucesso das ações de controle e prevenção, já que esses profissionais estão na linha de frente do atendimento e da orientação à comunidade. A capacitação também reforça o compromisso da gestão municipal em garantir a segurança sanitária e a saúde da população coxinense.

Saúde

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a...

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

24 de julho de 2026

Vacina contra HPV reduz pela metade circulação do vírus entre jovens

 

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A vacinação contra o Papilomavírus Humano (HPV) já apresenta resultados concretos na saúde pública brasileira. Um estudo nacional identificou que a circulação dos principais tipos do vírus entre jovens caiu quase pela metade após a introdução da vacina no calendário de imunização, reforçando o papel da prevenção no combate a doenças graves, como o câncer do colo do útero.

A pesquisa, conduzida pelo Hospital Moinhos de Vento em parceria com o Ministério da Saúde, avaliou milhares de brasileiros entre 16 e 25 anos e constatou que a prevalência dos tipos de HPV contemplados pela vacina diminuiu de 14,98% para 7,95% ao longo dos anos.

Os pesquisadores compararam dados coletados em duas etapas distintas. Na primeira, participaram mais de 6 mil jovens que ainda não haviam sido vacinados. Já na segunda fase, o levantamento analisou mais de 10 mil participantes, incluindo pessoas imunizadas e não imunizadas.

Os resultados mostraram uma redução significativa da infecção pelos tipos de HPV prevenidos pela vacina, especialmente entre aqueles que receberam o imunizante.

Entre as mulheres vacinadas, a presença do vírus caiu para pouco mais de 3%, um percentual muito inferior ao registrado antes da vacinação. Nos homens imunizados, também foi observada uma queda importante na circulação do HPV.

Outro dado considerado relevante pelos pesquisadores foi a redução da circulação do vírus até mesmo entre mulheres que não haviam sido vacinadas. Esse fenômeno é conhecido como imunidade coletiva ou imunidade de rebanho e acontece quando uma parcela significativa da população está protegida, dificultando a transmissão do vírus.

Na prática, quanto maior a cobertura vacinal, menor a chance de o HPV circular entre as pessoas, protegendo inclusive quem ainda não foi imunizado.

O levantamento também reforçou a decisão do Sistema Único de Saúde (SUS) de adotar o esquema de dose única para a vacina contra o HPV.

Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças relevantes na proteção entre pessoas que receberam uma, duas ou três doses, indicando que uma única aplicação já oferece elevada eficácia contra os principais tipos do vírus.

A vacinação contra o HPV foi incorporada ao SUS em 2014 para meninas e, três anos depois, passou a incluir também os meninos. Em 2024, o esquema vacinal foi oficialmente simplificado para apenas uma dose.

Apesar dos resultados positivos, os especialistas alertam que a adesão à vacinação ainda está abaixo da meta considerada ideal.

Atualmente, pouco mais de seis em cada dez meninas receberam a vacina, enquanto entre os meninos a cobertura permanece ainda menor. O objetivo das autoridades de saúde é alcançar cerca de 90% do público-alvo, percentual considerado essencial para ampliar a proteção coletiva.

O HPV é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo. Em muitos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas algumas infecções persistentes podem evoluir para doenças graves.

Além de ser o principal responsável pelo câncer do colo do útero, o HPV também está associado a tumores que atingem a região anal, pênis, vulva, vagina e orofaringe.

A vacina disponibilizada gratuitamente pelo SUS protege contra os tipos mais perigosos do vírus, reduzindo significativamente o risco de desenvolvimento dessas doenças e representando uma das principais estratégias de prevenção em saúde pública.

 

Saúde

Estudo revela queda de quase 50% na prevalência do HPV entre jovens após vacinação no Brasil

Dados coletados entre 2016-2017 e 2020-2023 indicam redução significativa na prevalência do HPV, mesmo com baixa cobertura vacinal entre jovens no país.

Estudo revela queda de quase 50% na prevalência do HPV entre jovens após vacinação no Brasil

24 de julho de 2026

Estudo revela queda de quase 50% na prevalência do HPV entre jovens após vacinação no Brasil

 

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Uma pesquisa realizada pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da Saúde, apontou uma redução de aproximadamente 50% na prevalência dos principais tipos de HPV entre jovens brasileiros após a implementação da vacinação. Os dados, coletados em dois períodos distintos, mostram que a presença do vírus caiu de 14,98% para 7,95%, indicando a eficácia do imunizante na população de 16 a 25 anos.

Dados da pesquisa e perfil dos participantes

A pesquisa Pop-Brasil analisou amostras de mais de 16 mil jovens em duas fases: a primeira, com 6.388 participantes não vacinados, e a segunda, com mais de 10 mil participantes, incluindo vacinados e não vacinados. As amostras foram coletadas em unidades de saúde de diferentes regiões do país, focando na faixa etária de 16 a 25 anos, considerada a de maior risco de infecção por HPV, devido ao início da atividade sexual.

Taxa de cobertura vacinal e impacto na prevalência do vírus

Apesar de a cobertura vacinal ainda estar abaixo do ideal, com 61,8% entre mulheres e 31,1% entre homens, a vacinação demonstrou efeito significativo na redução da prevalência dos tipos de HPV cobertos pela vacina. Nas mulheres, a prevalência caiu de 15,6% na primeira fase para 3,1% na segunda. Entre os homens vacinados, a redução foi de 13,8% para 4,6%, embora não tenha havido mudança estatisticamente significativa entre os não vacinados, devido à baixa cobertura nesse grupo.

Imunidade de rebanho e efeitos indiretos da vacinação

A pesquisa identificou também um efeito de imunidade de rebanho, com diminuição na prevalência do HPV mesmo entre as mulheres não vacinadas, que passaram de 10,5% para valores inferiores na segunda fase. Essa tendência indica que altas taxas de vacinação ajudam a reduzir a circulação do vírus na população.

Reforço na eficácia da dose única e avanços na vacinação

O estudo reforça que o esquema de uma dose da vacina, atualmente adotado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é eficaz, já que não houve diferença na prevalência do vírus entre quem recebeu uma, duas ou três doses. A vacinação contra HPV no SUS começou em 2014, inicialmente para meninas, e foi ampliada para meninos em 2017. Em 2024, o esquema passou de duas para uma dose. A cobertura vacinal, no entanto, ainda precisa ser ampliada para alcançar o percentual ideal de 90%.

O HPV é o principal causador do câncer de colo do útero e também pode afetar outros órgãos. A vacina disponível no sistema público protege contra os quatro principais tipos de vírus oncogênicos, contribuindo para a prevenção de doenças relacionadas.