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Política
No primeiro semestre, Zeca liderou a realização das Conferências Regionais da Agricultura Familiar, realizando 13 encontros em cidades-pólo, levantando um diagnóstico preciso das necessidades dos agricultores familiares de todas as regiões.
22 de dezembro de 2023
(Assessoria)
O deputado estadual Zeca do PT finalizou seu primeiro ano na Legislatura 2023-2026 da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul com atuação destacada em defesa da agricultura familiar, das causas indígenas e do meio ambiente contabilizando 205 proposições, sendo elas 161 indicações, 31 requerimentos, cinco moções e oito Projetos de Lei e de Resolução.
No primeiro semestre, Zeca liderou a realização das Conferências Regionais da Agricultura Familiar, realizando 13 encontros em cidades-pólo, levantando um diagnóstico preciso das necessidades dos agricultores familiares de todas as regiões. “A partir deste documento, incluímos essas reivindicações na Lei Orçamentária Anual de 2024”, enfatiza Zeca.
O petista também apresentou Emenda ao Orçamento do Estado cobrando a destinação de 20% dos recursos do Fundersul para pavimentação de estradas que dão acesso a núcleos da agricultura familiar, aldeias indígenas e comunidades quilombolas.
Em defesa dos indígenas, Zeca foi um incansável defensor da criação de um novo pólo do DSEI (Departamento Sanitário Especial Indígena) em Amambai e apresentou requerimentos para reformas de centros de saúde e direcionamento de patrulhas mecanizadas para aldeias.
Por fim, Zeca destinou R$ 1,9 milhão em emendas de sua autoria para instituições. “Esses recursos, somados às emendas federais de R$ 5 milhões do deputado Vander Loubet e de R$ 1 milhão da deputada Camila Jara nos permitem atender as bases e auxiliar entidades que prestam relevantes serviços à sociedade”.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.