quinta, 04 de junho, 2026
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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Com a aproximação das eleições de 2026, previstas para outubro, um número expressivo de eleitores em Mato Grosso do Sul ainda precisa acertar pendências com...
4 de maio de 2026
Com a aproximação das eleições de 2026, previstas para outubro, um número expressivo de eleitores em Mato Grosso do Sul ainda precisa acertar pendências com a Justiça Eleitoral para garantir o direito ao voto. Segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul, 76.667 pessoas estão com o título eleitoral irregular no estado.
A situação acende um alerta, já que a regularização é obrigatória para que o cidadão possa participar do pleito. Entre os principais motivos que levam à irregularidade estão a ausência em eleições anteriores sem justificativa e a falta de quitação de eventuais multas.
O prazo para resolver essas pendências é limitado, o que aumenta a preocupação das autoridades eleitorais. A recomendação é que os eleitores verifiquem a situação cadastral o quanto antes e busquem atendimento, seja de forma online ou presencial, para evitar contratempos próximos à data da votação.
Além de impedir o voto, o título irregular pode trazer outras restrições, como dificuldades para emitir documentos, assumir cargos públicos e até realizar matrícula em instituições de ensino.
A Justiça Eleitoral reforça a importância da regularização não apenas como uma obrigação legal, mas como um passo fundamental para garantir a participação cidadã no processo democrático.