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Eleições 2026

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União Progressista marca convenção para confirmar Eduardo Riedel na disputa pela reeleição em MS

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24 de julho de 2026

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Glenda Melo

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A Federação União Progressista realiza no dia 1º de agosto a convenção estadual que oficializará a candidatura do governador Eduardo Riedel à reeleição em Mato Grosso do Sul. O encontro também servirá para homologar os candidatos da federação aos cargos de deputado estadual e deputado federal, marcando o início da campanha eleitoral do grupo no Estado.

O evento reunirá dirigentes partidários, filiados, pré-candidatos, prefeitos, vereadores e lideranças políticas de diversas regiões de Mato Grosso do Sul. Entre as presenças confirmadas está a senadora Tereza Cristina, uma das principais referências da federação e responsável por fortalecer a articulação política da aliança no Estado.

Durante a convenção, os filiados participarão da votação interna para validar as candidaturas que representarão a União Progressista nas eleições gerais. Além da confirmação do nome de Eduardo Riedel para a disputa ao Governo do Estado, serão definidos os candidatos que concorrerão às vagas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados.

A expectativa da organização é de que o encontro reúna representantes de dezenas de municípios, consolidando a estratégia da federação para ampliar sua atuação em todas as regiões sul-mato-grossenses.

A convenção representa um dos principais atos do calendário eleitoral dos partidos, pois é o momento em que as legendas oficializam seus candidatos e apresentam as diretrizes que irão nortear a campanha.

A programação terá início às 8 horas, com a votação dos filiados. Na sequência, as lideranças concederão entrevista coletiva à imprensa para comentar as definições do encontro. O encerramento está previsto para o meio-dia, após os pronunciamentos políticos.

Formada pela união entre o Progressistas (PP) e o União Brasil, a Federação União Progressista pretende fortalecer sua estrutura política em Mato Grosso do Sul e ampliar sua representatividade nas eleições de 2026.

Com a oficialização das candidaturas, a federação inicia uma nova etapa da disputa eleitoral, concentrando esforços na organização das campanhas e na articulação com lideranças municipais em todo o Estado.

Durante a divulgação do evento, a senadora Tereza Cristina destacou que as convenções partidárias têm papel importante dentro do processo eleitoral por representarem a definição democrática das candidaturas e o início da apresentação dos projetos que serão levados aos eleitores durante a campanha.

Eleições 2026

Forças Armadas poderão atuar nas eleições de 2026 para garantir segurança e apoio logístico

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Forças Armadas poderão atuar nas eleições de 2026 para garantir segurança e apoio logístico

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A Presidência da República autorizou o emprego das Forças Armadas durante as eleições gerais de 2026, abrindo caminho para que militares sejam mobilizados em diferentes regiões do país caso haja necessidade. A medida foi oficializada por decreto publicado nesta terça-feira (21) e prevê atuação em apoio ao processo eleitoral, sempre mediante solicitação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na prática, a autorização não significa que militares estarão presentes em todos os locais de votação. Caberá ao TSE definir onde o reforço será necessário, estabelecendo quais municípios receberão o apoio, o período da operação e as atividades que serão desempenhadas.

A participação poderá ocorrer durante toda a operação eleitoral, incluindo o dia da votação, a apuração dos votos e o suporte logístico em áreas onde o acesso é mais difícil ou onde houver necessidade de reforço na segurança.

O decreto segue o modelo adotado em eleições anteriores, quando as Forças Armadas foram acionadas para transportar urnas eletrônicas, garantir o funcionamento da votação em regiões remotas e reforçar a segurança em localidades apontadas pela Justiça Eleitoral como estratégicas.

A autorização está respaldada pela Constituição Federal, pela Lei Complementar nº 97, que regulamenta a organização e o emprego das Forças Armadas, além das normas previstas no Código Eleitoral.

A legislação estabelece que a atuação militar não acontece de forma automática. O emprego das tropas depende de pedido formal do Tribunal Superior Eleitoral, que avalia as necessidades de cada estado durante o planejamento das eleições.

Nos últimos pleitos, esse tipo de apoio foi utilizado principalmente na Amazônia Legal, em áreas indígenas, comunidades ribeirinhas e municípios de difícil acesso, além de locais onde houve necessidade de reforço da segurança pública.

As eleições de 2026 serão uma das mais complexas dos últimos anos. Os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual, totalizando seis votos na urna eletrônica.

Com a proximidade do período eleitoral, a Justiça Eleitoral intensifica os preparativos para garantir que a votação ocorra de forma segura, organizada e com estrutura suficiente para atender todos os eleitores, especialmente nas regiões onde o apoio das Forças Armadas pode ser decisivo para assegurar o acesso às urnas e a normalidade do processo democrático.

 

Eleições 2026

Em 2026, eleitor terá seis votos na urna; entenda o que muda e como funciona a votação

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22 de julho de 2026

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As eleições gerais de 2026 trarão uma particularidade que promete exigir ainda mais atenção dos eleitores brasileiros. Diferentemente das eleições municipais, quando são escolhidos apenas prefeito e vereadores, no próximo pleito cada eleitor precisará registrar seis votos na urna eletrônica.

A sequência contempla a escolha de deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República. O motivo do aumento no número de votos é a renovação de duas das três cadeiras do Senado Federal por cada estado e pelo Distrito Federal, algo que ocorre apenas a cada oito anos.

A mudança faz com que a disputa pelo Senado ganhe ainda mais importância. Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, serão eleitos dois senadores em uma única eleição, o que deve intensificar as articulações políticas e tornar a corrida por uma vaga uma das mais disputadas dos últimos anos.

O Senado Federal é composto por três representantes de cada estado. O mandato dos senadores é de oito anos, mas a renovação acontece de forma alternada.

Em uma eleição são renovadas apenas uma das três vagas. Na eleição seguinte, quatro anos depois, são renovadas as outras duas cadeiras. É justamente esse segundo cenário que ocorrerá em 2026.

Na prática, o eleitor deverá escolher dois candidatos diferentes ao Senado. Não será permitido repetir o mesmo número nas duas escolhas. Caso isso aconteça, apenas um dos votos será considerado válido.

Ordem dos votos exige atenção

Ao chegar à urna eletrônica, o eleitor seguirá uma sequência específica:

  • Deputado Federal (4 dígitos)
  • Deputado Estadual (5 dígitos)
  • Primeiro Senador (3 dígitos)
  • Segundo Senador (3 dígitos)
  • Governador (2 dígitos)
  • Presidente da República (2 dígitos)

Especialistas recomendam que o eleitor leve uma "cola" com os números dos candidatos escolhidos, prática autorizada pela Justiça Eleitoral, para evitar erros e agilizar a votação.

Embora as disputas para presidente e governador costumem concentrar a maior atenção do eleitorado, a eleição para o Senado tem grande impacto na política nacional.

Os senadores participam da aprovação de leis, analisam indicações para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), procurador-geral da República, presidentes de agências reguladoras e autoridades diplomáticas, além de atuar em processos de impeachment de autoridades.

Com duas vagas em disputa, a composição do Senado poderá sofrer mudanças significativas, influenciando diretamente o equilíbrio político do país pelos próximos oito anos.

Como serão seis escolhas diferentes, a orientação é que o eleitor confira atentamente a foto e o nome apresentados na tela da urna antes de apertar a tecla "Confirma" em cada etapa.

A expectativa da Justiça Eleitoral é que a votação transcorra normalmente, mas o processo poderá levar alguns segundos a mais devido ao maior número de cargos em disputa. A recomendação é simples: informar-se com antecedência, organizar os números dos candidatos e votar com tranquilidade para evitar enganos no momento mais importante da democracia.