quinta, 04 de junho, 2026
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O deputado estadual Zeca do PT, um dos líderes do partido em Mato Grosso do Sul, defende que o Partido dos Trabalhadores (PT) reveja a decisão de candidatura própria para a eleição em Campo Grande. O partido definiu o nome da deputada Camila Jara (PT), mas Zeca entende que a decisão foi precipitada e defende a candidatura de Rose Modesto (União), com o PT de vice.
“Acho que é prematuro, como foi, qualquer definição sobre candidatura própria. A política é muito dinâmica, muito mais ainda a política eleitoral. A gente percebe na fala do Lula, de que é preciso ter dimensão da importância que tem 2024 para a gente preservar o projeto para 2026 continuar mudando o Brasil. Para isso, é fundamental a gente fazer uma grande bancada de vereadores, vereadoras, vice-prefeitos e prefeitas, no arco de aliança e compromisso com a candidatura do Lula, das esquerdas em 2026, e do Vander como nosso senador”, declarou.
O deputado entende que dentro da conjuntura de candidaturas, pensando no futuro do grupo, o nome da ex-deputada federal Rose Modesto (União), que preside a Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste na gestão de Lula, seria o mais viável. Zeca vai além e defende uma chapa com Rose prefeita e Kemp, vice.
“Dentro destas premissas, a pré-candidatura da deputada Rose é muito importante e significativa. Eleitoralmente é viável. Não tenho dúvida nenhuma de que se a gente abrir essa discussão, temos condições de indicar uma vice ou vice. Acho, na minha humilde opinião que uma grande chapa, pra nós disputarmos para ganhar e no segundo turno ganhar as eleições, seria Rose prefeita e Pedro Kemp de vice. Essa é minha posição e não tenho dificuldade nenhuma de expor, fazer o debate interno no PT por isso. Me identifico, gênero, número e grau com as preocupações e ideia do deputado Vander”, complementou.
Apesar de defender o apoio a Rose, Zeca pontua que o debate precisará passar pelo diretório do PT em Campo Grande. “Evidentemente, que isso passa por um grande debate interno do PT, em uma plenária do PT de Campo Grande, que cabe a decisão. Se for aprovado, e acho que tem condições de aprovar, seja feita uma aliança em cima de um programa moderno, de transparência, participação popular, mobilidade urbana. Um programa objetivo e claro, porque temos experiência, de inclusão social, desenvolvimento econômico, geração de emprego e combate às desigualdades. Acho que em cima de um programa, essa chapa tem condições de fazer um grande debate para ganhar as eleições”, concluiu.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.