quinta, 04 de junho, 2026
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Depois de o ex-governador do Estado, André Puccinelli (PMDB), acioná-la pela segunda vez na Justiça, a vereadora Luíza Ribeiro (PPS) sustenta as acusações que fez contra ele e garante que este tipo de “pressão ou intimidação” não surtirá efeito. Na semana passado o peemedebista entrou com pedido de queixa-crime alegando calúnia e difamação em relação ao depoimento que a legisladora concedeu ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) no ano passado.
À Operação Lama Asfáltica ela acusou políticos e empresários de terem criado um suposto esquema de corrupção que teria se iniciado na primeira gestão de Puccinelli como prefeito de Campo Grande. Sem mencionar ou revelar a existência de prova, Luíza disse que o sistema é endêmico e alega que o ex-governador seria o mentor do suposto esquema de cassação do atual administrador da Capital, Alcides Bernal (PP). A gravação do depoimento acabou vazando na internet.
Nos autos o advogado, Rene Siufi, argumenta que as afirmações “só podem ser frutos de um arraigado espírito de vingança, eis que agora defende ferrenhamente o atual prefeito Alcides Bernal”. Ele completa ressaltando que o seu cliente ficou como “assaltante dos cofres públicos” diante de alegações sem base.
Por meio do Facebook, a vereadora se pronunciou. “Sobre a ação penal distribuída pelo ex-governador André Puccinelli contra mim, pretendendo que eu seja condenada por calunia e difamação, a toda evidência que objetiva constranger a minha pessoa e alterar meu comportamento e testemunho diante de fatos que tenho conhecimento e foram objeto de indagação em inquérito penal de responsabilidade do Ministério Público Estadual pela Força Tarefa”, escreveu.
“Minha questão não se dirige à pessoa do André Puccinelli, mas àquelas condutas que o ex-governador patrocinou ou tolerou quando foi prefeito de Campo Grande e outras tantas de sua trajetória política, que culminaram com desvios de recursos públicos. Quanto às provas dos fatos narrados, compete ao órgão investigador obtê-las no processo, sendo certo que meu depoimento é apenas um dos muitos que foram prestados ao MPE. Pressão ou intimidação, comigo não vai funcionar”, completou.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.