quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
O Vereador Vilmar Vendruscolo lamentou a forma como o Governo do Estado impôs um pacote de propostas que, dentre outros pontos, aumenta o valor de impostos pagos pelos produtores rurais e pelos consumidores de Mato Grosso do Sul. Entre eles estão o Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário), o ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) da gasolina e o ITCD (Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação).
O Projeto de Lei que aumenta o Fundersul em até 153% (no caso do algodão) foi aprovado pela ALMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) no dia 13 de novembro e sancionado pelo governador Reinaldo Azambuja no dia seguinte.
Durante sessão ordinária da Câmara Municipal, nesta terça-feira (19), o vereador Vilmar afirmou que o produtor rural, de pequeno, médio ou grande porte, carrega a economia do país nas costas. Segundo ele, a indústria transforma o que o campo produz com muito amor, suor e dedicação, ainda assim, o governo muda a Lei para cobrar mais imposto do produtor. Em sua fala, ele lembrou que o Fundersul foi criado no Governo Zeca do PT e tinha como finalidade melhorar as estradas e pontes da zona rural.
Na época, o vice-governador e ex-prefeito de Coxim, Moacir Kohl, teve o cuidado de participar da elaboração da Lei, discutindo com a assembleia e acima de tudo, ouvindo os produtores rurais. Agora, disse o vereador, o atual governo muda a Lei com o apoio maciço da assembleia, e o produtor está sem pontes e sem estradas para escoar a produção, mesmo pagando altos impostos.
Vilmar lamentou ainda a falta de diálogo do governo e dos deputados. Ele lembrou que a população foi impedida de participar da decisão na assembleia, sendo “barrada na casa do povo". Para o vereador, o Governo do Estado está na contramão do momento em que vive o país. “Precisamos cortar gastos, não aumentar impostos. O produtor Rural não aguenta mais pagar a conta sozinho em Mato Grosso do Sul”.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.