quinta, 04 de junho, 2026

WhatsApp

(67) 99983-4015

Política

A+ A-

Todos nós merecemos um impeachment

Dilma Rousseff vive dias difíceis no começo de seu segundo mandato. Milhões de pessoas foram às ruas neste domingo para protestar contra ela

Icone Calendário

22 de agosto de 2015

Icone Autor

Michelson Borges

Continue Lendo...

A palavra inglesa impeachment voltou à moda. A primeira vez em que a ouvi tantas vezes nos noticiários e na boca do povo foi em 1992, quando da cassação do cargo do então presidente Fernando Collor de Mello. Impeachment é impedimento ou impugnação de mandato do chefe do poder Executivo. Não é privilégio do Brasil. Aliás, a palavra foi usada pela primeira vez no Reino Unido, contra William Latimer. Nos Estados Unidos, Andrew Johnson foi o primeiro a ser “impitimado”, sendo destituído do cargo em 1868. Em 1974, Richard Nixon renunciou à Presidência para não ser deposto. E em 1999, Bill Clinton, por causa de suas estripulias sexuais e outros problemas, quase sofreu processo de impeachment, mas escapou.
Agora a sombra dessa maldição que de vez em quando desce sobre os supremos mandatários das nações paira sobre a cabeça da nossa primeira presidente mulher. Dilma Rousseff vive dias difíceis no começo de seu segundo mandato. Milhões de pessoas foram às ruas neste domingo para protestar contra ela, contra seu antecessor, Luís Inácio Lula da Silva, e contra a corrupção. Entre esses milhões, muitos querem o impeachment dela e a prisão dele. Outros tantos consideram o impeachment uma medida muito traumática e que poderia aumentar a instabilidade econômica no país e agravar ainda mais a crise política. Todos desejam mudança, mas parece não saber muito bem por onde ela deve começar nem com quem.
Quando se investiga a história da humanidade, uma coisa fica evidente: a corrupção sempre existiu – embora aqui em solo tupiniquim muita gente tenha se tornado especialista no assunto. Regimes vêm e vão; socialistas cedem a vez aos capitalistas e vice-versa; monarquias; repúblicas; parlamentarismos; presidencialismos... Tentativas de melhor gerir os negócios das nações. Embora haja sempre algumas pessoas honestas e bem-intencionadas no meio de tantos oportunistas e “fominhas” de poder, não dá para negar que as injustiças continuam aí – a desigualdade social; a miséria, com tantos ganhando tão pouco e uma minoria se refestelando com muito; a falta de verdadeiro amor pelos que sofrem.
A solução definitiva não virá de um impeachment, assim como uma revolução social nunca será garantia de igualdade, justiça e fraternidade. Sabe por quê? Porque o problema não está nos regimes políticos. Eles são parte de um problema mais profundo. O problema não é social; é individual. Não há revolução que resolva uma desgraça que está no coração, no DNA humano. Quem precisa de reforma, de uma recriação somos nós. É o nosso coração que precisa de um “impeachment”. Precisa ser deposto para que uma vontade superior, pura e justa assuma o controle. Do contrário, reis virão; presidentes se sucederão; manifestações, por mais justificáveis que sejam, encherão as ruas de pessoas que depois voltarão para casa para assistir às mesmas notícias na TV. E quase nada mudará. Nós precisamos de um “impeachment” para que outro governo assuma logo o poder.

 

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

6 de maio de 2026

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

 

Continue Lendo...

Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

Continue Lendo...

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.