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TCU aponta erros em projeções econômicas do governo Dilma

De acordo com relatório, que será votado hoje (17) pelos ministros do tribunal, a diferença entre o que se projetou nos últimos quatro anos e o que de fato entrou no caixa foi de R$ 251 bilhões

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17 de junho de 2015

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O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que erros em projeções econômicas do governo elevaram artificialmente as previsões de receita do orçamento federal e deram origem às manobras utilizadas pelo governo Dilma no fim de 2014, as chamadas “pedaladas ficais”. De acordo com relatório, que será votado hoje (17) pelos ministros do tribunal, a diferença entre o que se projetou nos últimos quatro anos e o que de fato entrou no caixa foi de R$ 251 bilhões.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o relator do processo no TCU, ministro Augusto Nardes, vem dando sinais de que pode recomendar ao Congresso a rejeição das contas da presidenta Dilma Rousseff, sob a alegação de que o governo escondeu dívidas estimadas em até R$ 256 bilhões. Setores da oposição querem utilizar uma eventual rejeição das contas da presidente para pedir seu impeachment.
Só em 2014, por exemplo, o governo estimou arrecadar R$ 1,3 trilhão, segundo a proposta orçamentária aprovada pelo Congresso. Mas a arrecadação ficou em R$ 1,2 trilhão, ou seja, R$ 110 bilhões a menos do que o previsto. Em 2012, as projeções chegaram a calcular R$ 67 bilhões a mais na receita e, só na arrecadação de impostos e contribuições, o resultado foi 12% menor.
De acordo com o relatório da corte de contas, as projeções otimistas demais trouxeram prejuízos à economia brasileira e colaboraram para que vários setores, como transporte, saúde e mobilidade urbana, fossem mal avaliados pelos contribuintes. “A governança pública é o grande desafio do Brasil, ao seu desenvolvimento econômico e social e à sua competitividade”, afirma Nardes em seu relatório.
O ministro ressalta que, quando o governo faz uma previsão muito otimista para o crescimento da economia, sua meta de arrecadação de impostos também cresce, mas de forma artificial. O problema é que, quando essa expectativa é frustrada, é preciso cortar gastos ou camuflar despesas.

 

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.