quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
O STF (Supremo Tribunal Federal) deixará para 2016 decisão a respeito de denúncia contra o senador Delcídio do Amaral, preso pela Polícia Federal desde 25 de novembro, em decorrência de desdobramentos da Operação Lava Jato, além de outras sobre o assunto. O Supremo já encerrou as atividades deste ano.
Se o Supremo Tribunal aceitar as denúncias, cinco parlamentares podem se tornar réus: além de Delcídio, Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e Benedito de Lira (PP-AL); e os deputados Arthur de Lira (PP-AL) e Nelson Meurer (PP-PR).
Também ficará para o ano que vem o pedido da Procuradoria Geral da República de afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB/RJ), suspeito de atrapalhar as investigações da operação e já denunciado no caso.
Preso em flagrante, Delcídio do Amaral foi acusado de atrapalhar a Lava Jato. Além dele, foram denunciados seu chefe de gabinete, Diogo Ferreira, advogado Edson Ribeiro, que trabalhava na defesa do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, e o ex-controlador do banco BTG Factual, André Esteves.
O senador foi gravado tratando a respeito de uma possível fuga de Cerveró, além de prometer conversar com ministros do STF para tentar libertá-lo. Ele pactuou dar ajuda financeira de R$ 50 mil mensais para a família do ex-diretor, além de honorários de R$ 4 milhões para o advogado em troca do silêncio de Cerveró, em sua delação premiada.
Depois de ficar mais de 20 dias preso na sede da Polícia Federal em Brasília, o senador Delcídio do Amaral foi transferido para o quartel da Polícia Militar, no qual poderá até mesmo tomar banho de sol, na sexta-feira (18). O local é alojamento de oficiais e contra com dois quartos, cada um com duas beliches. Além disso, há um armário pequeno, banheiro entre os cômodos, sala média com sofá e mesa de jantar.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.