quinta, 04 de junho, 2026
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As senadoras aproveitam recesso no Congresso para buscar aliados na corrida à presidência do Senado Federal / (Divulgação, Senado Federal)
De olho na presidência do Senado Federal em 2025, a senadora de Mato Grosso do Sul, Soraya Thronicke (Podemos), e a senadora Eliziane Gama (PSD-MA) firmaram acordo para que uma delas possa disputar a cadeira que será deixada por Rodrigo Pacheco. Senadoras enfrentam o favorito para a sucessão, Davi Alcolumbre (União-AP).
Conforme noticiado pelo Midiamax, o acordo foi fechado no começo do mês de julho, quando Soraya confirmou o interesse na disputa.
Agora, as senadoras buscam por apoio. A parlamentar que costurar a maior aliança em torno de sua candidatura vai ter direito a concorrer ao cargo. Não foi definida uma data de quando a decisão será tomada, divulgou o portal UOL.
Em jantar na terça da semana passada, Eliziane e Soraya combinaram de falar com os demais 79 senadores. As senadoras pretendem aproveitar o recesso e o período eleitoral para irem aos estados-base dos parlamentares.
Elas defenderão que o Senado não pode ignorar uma demanda da sociedade e precisa encerrar uma hegemonia masculina que dura séculos.
Soraya confirma pré-candidatura à presidência do Senado
“Já faz algum tempo que fui lançada pelo meu partido como a primeira pré-candidata oficial à Presidência do Senado. Minha presidente, @renataabreu.2020, assim como eu, entende a necessidade de ter mais mulheres ocupando os espaços de decisão”, escreveu a senadora.
Soraya e as senadoras Leila do Vôlei (PDT) e Eliziane Gama (PSD) selaram um acordo, colocando em destaque a pauta feminina na próxima eleição para a Presidência da Casa.
“Chegou a hora de conquistarmos nosso espaço. Nunca uma mulher ocupou um assento na Mesa Diretora desta Casa e agora, mais do que nunca, entendemos que não é apenas nossa oportunidade, mas também nossa responsabilidade. Vamos lutar por equidade no @senadofederal”. (Mariane Chianezi)
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.