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Política

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Senado libera geral e políticos podem mudar de partido

A liberação para troca de partido estava no pacote de reforma política, mas só foi aprovada agora e pode salvar a vida de muita gente que usou o partido para ser eleito e agora pode migrar para onde quiser

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11 de dezembro de 2015

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O Senado Federal aprovou a PEC que possibilita a janela para troca de partidos a todos os políticos. O “liberou geral” foi aprovado na quarta-feira pelos senadores, dando a qualquer político, após a promulgação da lei, o prazo de 30 dais para trocar de partido, sem risco de perder mandato.
A liberação para troca de partido estava no pacote de reforma política, mas só foi aprovada agora e pode salvar a vida de muita gente que usou o partido para ser eleito e agora pode migrar para onde quiser, inclusive para ser oposição ou se beneficiar da máquina administrativa.
Na Assembleia Legislativa há dois exemplos claros destas intenções diversas: Beto Pereira (PDT) e Marquinhos Trad (PMDB). Beto foi eleito na chapa de Delcídio do Amaral (PT), mas pouco tempo depois se aliou ao governador eleito, Reinaldo Azambuja (PSDB), de quem é vice-líder na Assembleia Legislativa.
Pouco tempo depois ele começou a se desentender com o presidente estadual do partido, Dagoberto Nogueira, e deu início a uma briga que se arrasta até hoje. Beto chegou a ir à Justiça para garantir a migração sem risco de perder mandato, mas agora deve desistir do processo.
O deputado Marquinhos Trad (PMDB) é outro que se beneficia com a mudança. Ele pretende ser candidato a prefeito de Campo Grande, mas não quer continuar no PMDB. Agora ele tem a liberdade de mudar de partido e deve ingressar no PSD assim que a janela abrir.
A mudança deve atingir outros parlamentares que estão insatisfeitos em seus partidos  ou que usaram a sigla apenas para garantir a reeleição. Na Câmara de Campo Grande, por exemplo, Magali Picarelli (PMDB) e Paulo Siufi (PMDB) anunciaram interesse de sair e agora têm portas abertas. Há um medo maior de debandada no PMDB e PT, diante dos escândalos de corrupção que os partidos passam atualmente.

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.