quinta, 04 de junho, 2026
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Os vereadores de Campo Grande podem acrescentar mais R$ 4 mil aos salários, a partir de 2017, isso se a Câmara Municipal seguir o que já é previsto em lei. Atualmente, a remuneração mensal dos parlamentares é de R$ 15.031,76 e poderá chegar a quase R$ 19 mil, de acordo com o próprio presidente do Legislativo Municipal, o vereador João Rocha (PSDB).
Em dezembro de 2014, durante a última sessão daquele ano, os parlamentares aprovaram dois projetos de lei que concediam reajuste de até 26,3% nos salários dos vereadores, do prefeito e dos secretários municipais, valendo a partir de 2017.
Agora, os parlamentares vão decidir se mantêm aquele índice, o salário como está ou se apresentam um índice menor. Neste último caso, a mudança precisará ser aprovada por meio de votação na Câmara. Se eles mantiverem o que foi aprovado há dois anos, o reajuste não passará por votação, afirmou Rocha.
Hoje, a Câmara decidirá a situação com os demais parlamentares para definir como ficarão os salários, em uma reunião às 17 horas.
O aumento nos salário da casa de leis é proporcional e o limite definido é de 75% da remuneração recebida pelos deputados estaduais, que hoje é de R$ 25.322,25. Ou seja, se aprovado, os vereadores receberão R$ 18.991.
Os 75% do teto representa quase 22 salários mínimos, que hoje está em R$ 880, e significam 26% de reajuste em relação ao atual salário. O aumento também é bem maior que a inflação deste ano, que é 6,99%, índice repassado a maioria dos trabalhadores brasileiros.
Rocha não deu detalhes sobre qual poderá ser o caminho da Câmara, se de fato os parlamentares aumentarão seus próprios salários. Se aprovarem o reajuste, já terão o aumento em conta a partir da folha de pagamento de janeiro de 2017. A elevação do pagamento acontece a cada quatro explicou João Rocha, no início de cada legislatura na casa de leis.
“Nosso salário está com dois anos de defasagem. Estamos cuidando desta situação com muito carinho e responsabilidade”, afirma.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.