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Relator da CPI da Petrobras isenta Dilma, Lula, Foster e Gabrielli

O relatório inclui a sugestão de indiciamento de ao menos 70 pessoas, sem incluir políticos

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21 de outubro de 2015

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O relator da CPI da Petrobras, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), apresentou na noite de segunda-feira (19) o relatório final da comissão, em que isentou de envolvimento no esquema de corrupção da estatal a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ex-presidentes da Petrobras José Sérgio Gabrielli e Graça Foster. O relatório inclui a sugestão de indiciamento de ao menos 70 pessoas, sem incluir políticos.
A leitura do texto foi marcada por bate-boca, que interrompeu a leitura do texto. Em funcionamento desde fevereiro, a comissão encerrará os seus trabalhos no fim desta semana, após ter sido prorrogada duas vezes. A leitura do relatório começou na noite desta segunda, mas a expectativa é que a votação ocorra só na quinta-feira (22).
"Registro que, nos depoimentos da Operação Lava Jato, não há menção sobre o envolvimento dos ex-presidentes da Petrobras José Sérgio Gabrielli e Graça Foster ou de ex-conselheiros da estatal, como a presidente Dilma Rousseff. Também não há nos autos desta CPI qualquer evidência neste sentido ou ainda em relação ao ex-presidente Lula ou à presidente Dilma", justificou Sérgio em seu relatório.
Luiz Sérgio fez a leitura de uma versão resumida do seu relatório e foi questionado pela deputada Eliziane Gama (Rede-MA), em tom de crítica, se não haveria nenhum pedido de indiciamento. Ele rebateu e disse que propôs "muitos". "Houve muitos e grande parte veio dos sub-relatores", disse o relator.  Apesar de ter dito na semana passada que não iria propor o indiciamento de ninguém, Luiz Sérgio acatou sugestões de alguns sub-relatores e incorporou ao seu relatório pelo menos 70 nomes de pessoas envolvidas no esquema – algumas delas, porém, já respondem a processo na Justiça. Entre esses pedidos, não há o de nenhum político.
Estão na lista de pedido de indiciados os ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa e Renato Duque, além dos ex-gerentes Pedro Barusco e Venina Velosa. O número de pedidos de indiciamento, porém, ainda pode mudar porque o relator deverá fazer uma reunião de trabalho com os demais sub-relatores para unificar os nomes em uma lista única. No relatório apresentado por Luiz Sérgio, listas parciais ficaram espalhadas ao longo do parecer.
A leitura do relatório nesta segunda chegou a ser interrompida por um bate-boca entre o presidente da comissão, Hugo Motta (PMDB-PB), e o deputado Sílvio Costa (PSC-PE), que acusou a CPI de "cheirar mal". (G1)

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.