quinta, 04 de junho, 2026
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O governador Reinaldo Azambuja e o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Roberto Mangabeira Unger, concederam ontem (08) uma coletiva de imprensa onde foram discutidas as estratégias de desenvolvimento que estão sendo planejadas pelo Movimento Brasil Central, criado no último dia 03, em Goiânia.
Para o ministro Mangabeira Unger, a criação desse movimento é algo revolucionário para o país, e vai trazer avanços econômicos para a região. “A ideia é qualificar ainda mais o modelo agropecuário, trazer o ensino profissionalizante voltado para as novas tecnologias, que seria um vanguardismo na educação brasileira”, disse.
A questão da educação foi destacada pelo governador, que ressaltou a questão da inovação no ensino profissionalizante e do fortalecimento de programas comuns dentro dos Estados do Brasil Central. “Queremos avançar em conjunto no ensino profissionalizante junto com o sistema “S”, e temos como objetivo fortalecer programas comuns, como a recuperação de áreas degradas, que também é uma pauta comum entre os Estados do Brasil Central”, afirmou.
Azambuja informou durante a coletiva, que levará para a próxima reunião do Movimento a formatação do projeto de criação da Agência Brasil Central. Ela servirá como fonte de financiamento para os projetos desenvolvidos pelo movimento. “Vamos apresentar o projeto, com suas questões de segurança jurídica, e vamos aprovar a criação da Agência na próxima reunião, marcada para Cuiabá”, afirmou o governador.
O dinamismo econômico do Brasil Central também foi destacado, e para o governador, o Centro-Oeste brasileiro tem potencial para aumentar a produção de alimentos e com isso melhorar a balança comercial do país. “A demanda de alimentos no mundo é crescente, e o Centro-Oeste tem uma grande oportunidade de crescimento econômico, ajudando a melhorar, inclusive, a balança comercial brasileira”, disse Azambuja.
Outro tema abordado foi a questão da logística, onde o ministro Mangabeira Unger afirmou que é preciso resolver esse gargalo, principalmente para viabilizar um escoamento de produção mais ágil, e efetivamente mais econômico. “Precisamos de transportes multimodais, com estradas vicinais, a bioceânica e a aviação regional integradas”, destacou.
Reinaldo ressaltou que a logística é um tema comum entre os Estados do Brasil Central, e que a ideia é trabalhar uma logística regional, atendendo a todos. “Vamos trabalhar a questão da logística com integração regional, com caminhos mais rápidos e mais viáveis, aumentando a competitividade dos Estados frente aos outros centros”, finalizou.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.