sexta, 05 de junho, 2026
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Famílias carentes que vivem em situação de vulnerabilidade nas imediações do bairro Dom Antônio Barbosa, em Campo Grande, serão atendidas pelo programa social Rede Solidária. O projeto foi lançado na sexta-feira (13) pelo Governo do Estado com as presenças do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do governador Reinaldo Azambuja e da vice-governadora e chefe da Secretaria de Estado de Direitos Humanos Assistência Social e Trabalho, Rose Modesto. “Esse programa é um trabalho social de resgate da dignidade e de oferta de oportunidades”, frisou o governador Reinaldo.
Durante a cerimônia de lançamento, realizada no Dom Antônio Barbosa, Fernando Henrique citou os avanços socioeconômicas que o Brasil viveu nas últimas décadas afirmando que os governos abrem caminhos com os programas sociais. “São naturais e necessários, mas o mais importante de tudo é que o povo não precise deles”, disse o ex-presidente, ressaltando que a capacidade do cidadão em trabalhar e agregar renda familiar é fundamental para a dignidade humana. “Está Rede é uma oportunidade. Peguem com as mãos e façam algo concreto para transformar a vida de vocês”, pontuou.
Com a mesma ideia, o governador Reinaldo Azambuja explicou que a intenção do projeto é fazer com que os beneficiários consigam a ascensão social. “Muitos de vocês que já são beneficiários de programas sociais terão uma nova chance de crescimento, de ter uma profissão e um trabalho de dignidade que vai gerar renda familiar. A Rede Solidária é uma ação de governo para proporcionar uma renda às famílias e ensinar a profissionalização”, falou.
A Rede Solidária
Instalado nas imediações da favela Cidade de Deus, no bairro Dom Antonio Barbosa, o prédio da Rede vai trabalhar no ponto mais vulnerável da cidade, tanto em índices de violência, saúde e geração de renda. A meta também é atender beneficiários do Vale Renda – recurso destinado às pessoas em situação de risco social (R$ 170 mensais por beneficiário).
De imediato, a Rede Solidária vai atender pelo menos 850 pessoas na Capital, sendo que até 2018 os serviços serão instalados também no interior. Os atendimentos serão realizados em 28 projetos em sete áreas: Educação, Cultura e Esporte; Esporte Cidadão; Escola da Família; Saúde e Prevenção; Segurança Cidadã; Voluntariado; e Horta Orgânica e Trabalho e Renda.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.