quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
Política
De acordo com o governador, a estruturação da agricultura familiar do Estado é de fundamental importância, principalmente por que o pequeno produtor precisa ser estimulado a produzir mais através do aumento da venda de seus produtos
8 de maio de 2015
O governador Reinaldo Azambuja participou na manhã de quarta-feira (6), ao lado do secretário de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, de uma reunião com representantes da Cooperativa de Habitação da Agricultura Familiar (Coophaf) e da Federação da Agricultura Familiar de Mato Grosso do Sul (FAF/MS) para discutir sobre o fortalecimento do pequeno produtor dentro do programa de Agricultura Familiar do Estado.
Para o representante do Coophaf, Paulo Cezar Farias, é preciso ampliar as políticas públicas voltadas para os produtores rurais que fazem parte da agricultura familiar, principalmente para dar mais condições de trabalho e renda aos produtores. “Precisamos de políticas públicas que atendam a demanda desses pequenos produtores, que façam com que eles sejam melhor capacitados, produzindo mais e gerando mais renda”, disse.
De acordo com o governador, a estruturação da agricultura familiar do Estado é de fundamental importância, principalmente por que o pequeno produtor precisa ser estimulado a produzir mais através do aumento da venda de seus produtos, que podem ser feitos tanto para as escolas, presídios, e outros locais.
“Esse é um grande desafio, fazer com que o pequeno produtor não fique frustrado, e para isso o Estado tem que garantir preparo a esse produtor, condições para que ele venda seus produtos e assim se motive a produzir mais, o que vai gerar um aumento de renda tanto para o próprio produtor da agricultura familiar, quanto para o município e também para o Estado”, afirmou o governador.
Para o diretor-presidente da Agraer, Enelvo Felini, um dos pontos para o escoamento da produção agrícola no Estado e o Ceasa, que pode contribuir muito para que o pequeno produtor realize a comercialização da sua produção. “A Agraer tem trabalhado dentro da agricultura familiar para fomentar a comercialização dos produtos dentro do Ceasa”, disse.
A Secretária de Estado de Habitação, Maria do Carmo Avesani Lopez, afirmou que o Estado deve oferecer toda assistência ao produtor e garantir que ele vai “caminha sozinho” assim que tiver numa situação organizada de produção e comercialização dos produtos. “O Estado deve investir na formação desse pequeno produtor, além de atender assentamentos e famílias, mas também tem que preparar o produtor para que ele consiga sobreviver por meios próprios através da boa produção e da venda dos seus produtos”, finalizou.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.