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Política
Relator da proposta da Reforma da Previdência, o deputado federal Arthur Maia (PPS-BA) disse que é improvável que a proposta seja analisada pela Câmara hoje, porque o governo não teria votos suficientes para aprovar a matéria.
5 de dezembro de 2017
Veja
Relator da proposta da Reforma da Previdência, o deputado federal Arthur Maia (PPS-BA) disse que é improvável que a proposta seja analisada pela Câmara hoje, porque o governo não teria votos suficientes para aprovar a matéria. Para Maia, é possível que a proposta seja votada só no ano que vem.
“Acho bastante improvável que a Reforma da Previdência seja votada hoje. Falta voto para o governo”, afirmou o parlamentar, que não participou da reunião com o presidente Michel Temer (PMDB) neste domingo, 3, no Palácio do Jaburu. Questionado se era possível que a proposta fosse votada só no ano que vem, Maia respondeu: “Claro”.
No encontro, Temer propôs uma espécie de pacto para conseguir aprovar a Reforma da Previdência na Câmara. A ideia, apresentada pelo presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, é que os dirigentes repassem mais recursos do fundo para parlamentares mais fiéis ao governo e que não aceitem em suas legendas deputados que eventualmente votarem contra a reforma.
Um dos partidos resistentes a essa ideia é o DEM, que planeja aumentar sua bancada na Câmara em pelo menos nove deputados – a maioria vinda do PSB. “Essa foi uma ideia do Roberto. O DEM não garantiu nada”, disse o líder do partido, deputado Efraim Filho (PB). “Disse que toparia só se todos se comprometessem e que isso não valeria para aqueles com quem já fechei a ida ao partido”, afirmou o ministro Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços), presidente licenciado do PRB.
Maia afirmou também que o governo não tem mais nada a oferecer aos partidos de sua base para fazer com que votem a favor da reforma. “O governo não tem mais nada. Não existe mais orçamento este ano”, disse.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.