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Política
As investigações sobre a participação de Carlos Arthur Nuzman nos atos de compras de votos de integrantes do Comitê Olímpico Internacional para a eleição do Rio de Janeiro como sede dos Jogos de 2016 ganhou mais um capítulo nesta terça-feira.
19 de outubro de 2017
As investigações sobre a participação de Carlos Arthur Nuzman nos atos de compras de votos de integrantes do Comitê Olímpico Internacional para a eleição do Rio de Janeiro como sede dos Jogos de 2016 ganhou mais um capítulo nesta terça-feira, quando o ex-presidente do Comitê OlÍmpico do Brasil (COB) foi denunciado por corrupção, organização criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Além de Nuzman, que está preso desde 5 de outubro, outras cinco pessoas foram denunciadas pelo stério Público Federal, entre elas o ex-governador Sérgio Cabral. No texto, Nuzman é equiparado a um funcionário público, o que “faz toda a diferença”, segundo o procurador Felipe Bogado.
- Sim, esse fato faz toda a diferença na medida em que o Leonardo (Gryner) e o Nuzman respondem por corrupção passiva, assim como o ex-governador Sérgio Cabral, justamente em função da equiparação a funcionários públicos. Na qualidade de gestores do COB e do Comitê da Rio 2016, eles receberam verbas públicas federais, firmaram convênios, o COB teve convênios firmados com a União, até mesmo para a apresentação do dossiê de candidatura da Rio 2016, então, por essas razões são ambos equiparados, por disposição legais, a funcionários públicos - disse, em entrevista ao “Redação SporTV”.
Leonardo Gryner, citado pelo procurador, é ex-diretor de operações do comitê Rio 2016 e braço-direito de Carlos Nuzman. Ambos foram tratados como gestores públicos porque receberam e geriram verbas públicas, o que vai na contramão do que era alegado pela defesa, que defendia tratar-se de acordos privados . O detalhe, segundo Bogado, pode ser determinante. E inclusive aumentar a pena.
- Sim, há uma causa de aumento de pena em razão dos atos de ofícios que deixaram de praticar. O Carlos Arthur Nuzman, além de ser um agente equiparado ao funcionário público por disposição legal, ele deixou de praticar um ato de ofício e isso é uma causa de aumento previsto no tipo penal - completou.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.