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Política

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PF, Receita e CGU fecham cerco contra João Amorim e Giroto

Outros policiais fizeram buscas na Secretaria de Obras do governo, onde quatro servidores foram afastados, dos quais três são efetivos e um estava no programa de demissão voluntária

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10 de julho de 2015

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A Polícia Federal, Receita Federal e CGU (Controladoria-Geral da União) realizaram ontem (9) a Operação Lama Asfáltica, que cumpriu 19 mandados de busca e apreensão em Campo Grande, visando obter detalhes de contratos com um dos maiores empreiteiros do Estado, João Alberto Krampe Amorim dos Santos.
Desde as 6h, policiais estiveram trancados com João Amorim na sua casa, no Bairro Vila Vendas, realizando busca de documentos. Segundo informações, viaturas estavam também na empresa Proteco Engenharia (de João Amorim). Havia também há uma viatura na casa de Edson Giroto, ex-secretário de obras e atual diretor no Dnit. Outros policiais fizeram buscas na Secretaria de Obras do governo, onde quatro servidores foram afastados, dos quais três são efetivos e um estava no programa de demissão voluntária, mas continuava prestando serviços. 
De acordo com o secretário de Governo Eduardo Riedel, a secretaria forneceu os dados solicitados na operação e os servidores ficarão afastados preventivamente por 60 dias para as investigações.

Gestão Puccinelli
De acordo com o secretário de Governo, os contratos são referentes a 2014, da gestão do ex-governador André Puccinelli. “Todos os contratos foram cumpridos. Assim que assumimos tomamos ciência dos contratos, conversamos com os empreiteiros e fizemos novas licitações para seguir com as obras”. Porém no site da transparência do governo, a informação é de que somente em 2015 o Estado ainda tinha 11 contratos firmados com a Proteco Engenharia, num total de R$ 61.234.580,31. Desses, quatro ainda estão vigentes. A Prefeitura de Campo Grande também mantém contratos de tapa-buraco com a empreiteira.

Operação Lama Asfáltica
De acordo com a Polícia Federal, a operação teve o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em desviar recursos públicos, inclusive federais, por meio de fraudes a licitações, contratos administrativos e superfaturamento em obras públicas. Os prejuízos somam, aproximadamente, 11 milhões de reais, de um montante fiscalizado de 45 milhões de reais. A organização criminosa atua no ramo de pavimentação de rodovias, construção de vias públicas, coleta de lixo e limpeza urbana.
As investigações, iniciadas em 2013, apontaram para a existência de um grupo que, por meio de empresas em nome próprio e de terceiros, superfaturam obras contratadas com a administração pública, mediante a prática de corrupção de servidores públicos e fraudes a licitações, ocasionando desvios de recursos públicos. Foram identificadas vultuosas doações de campanhas à candidatura de um dos principais envolvidos.
Fiscalizações realizadas pela CGU e perícias efetuadas pela PF comprovam a existência de diversas irregularidades em obras executadas por empresas do grupo, através de fraudes na execução dos contratos. Foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão e quatro ordens de afastamentos de servidores estaduais, expedidas pela 5a Vara Federal de Campo Grande. Tais mandados de busca e apreensão foram cumpridos em um órgão público estadual, empresas que têm contratos com o poder público e em residências dos envolvidos.
Cerca de 80 policiais federais, 13 servidores da CGU e 25 da Receita Federal participaram da execução da Operação Lama Asfáltica, em Campo Grande. 

Giroto
A Polícia Federal também fez buscas na casa do ex-secretário de obras de André Puccinelli, atual secretário executivo e presidente do Conselho de Administração do Dnit, Edson Giroto. Segundo as investigações, empreiteiros são investigados por fraudes em licitações e buscas foram feitas na Agesul referentes a contratos da gestão de Puccinelli. Além disso, Edson Giroto foi beneficiado com doações da Proteco Engenharia, de João Amorim, desde 2010. Na época, ele foi eleito deputado federal e usou R$ 50 mil das doações da Proteco Engenharia. Em 2012, quando foi derrotado nas urnas ao tentar a Prefeitura de Campo Grande, a Proteco doou R$ 1,4 milhão ao Comitê Financeiro Único do PMDB, um dos financiadores da campanha de Giroto. (Fonte: Midimax)

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

6 de maio de 2026

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

 

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.