quinta, 04 de junho, 2026
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A Polícia Federal (PF) cumpre, em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), oito mandados de prisão nesta segunda-feira em mais um desdobramento da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro. O foco da ação é a cúpula do transporte rodoviário.
De acordo com as investigações, ao menos 260 milhões de reais em propina teriam sido pagos pelos investigados a políticos do Estado, que não foram identificados. A operação se baseia nas delações premiadas do doleiro Álvaro Novis e do ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), Jonas Lopes.
Agentes da PF estiveram no apartamento de Lélis Marcos Teixeira, presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), para cumprir mandado de prisão contra ele. Além de Teixeira, também é alvo de mandado de prisão Renato Onofre, ligado ao Departamento de Transportes Rodoviários do Rio de Janeiro (Detro).
Onofre é acusado de receber, sozinho, quarenta milhões de reais em propina. Os policiais também fizeram buscas nas cidades de São Gonçalo e Paraíba do Sul, no Rio de Janeiro, e no Paraná e em Santa Catarina.
No domingo, Jacob Barata Filho, um dos maiores empresários do ramo de ônibus do Rio de Janeiro, foi detido no Aeroporto Internacional Tom Jobim, enquanto tentava embarcar para Portugal. O mandado foi expedido pelo juiz federal Marcelo Bretas, da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio, responsável pelas investigações que levaram à cadeia o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB).
Segundo o advogado do empresário, a viagem não tinha relação com as investigações, mas se tratava de uma ida de rotina à um país onde negocia “há décadas e para onde faz viagens mensais”.
ConselheiroEssa é a segunda operação policial derivada da delação premiada de Jonas Lopes. Em março, a Operação O Quinto do Ouro prendeu nada menos que cinco dos seis colegas de Lopes no tribunal, incluindo o presidente, Aloysio Neves, e o vice-presidente, Domingos Brazão.
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado estadual Jorge Picciani (PMDB), foi alvo de condução coercitiva, quando o investigado é obrigado a depor. Segundo as investigações, os conselheiros alvos da operação são suspeitos de fazerem parte de um esquema de pagamentos de vantagens indevidas que pode ter desviado valores de contratos com órgãos públicos para agentes públicos. Em abril, o ministro Félix Fischer, relator do caso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), revogou a prisão dos conselheiros.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.