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Política
O PDT (Partido Democrático Trabalhista) deve fazer a filiação do juiz aposentado Odilon de Oliveira no próximo dia 11 de novembro e já lança-lo pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul. A data foi acertada na última sexta-feira, 6, em uma breve reunião durante o ato de filiação do ex-deputado federal Antonio Carlos Biffi.
13 de outubro de 2017
Assessoria
O PDT (Partido Democrático Trabalhista) deve fazer a filiação do juiz aposentado Odilon de Oliveira no próximo dia 11 de novembro e já lança-lo pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul. A data foi acertada na última sexta-feira, 6, em uma breve reunião durante o ato de filiação do ex-deputado federal Antonio Carlos Biffi.
Presentes na reunião, além do juiz Odilon e Biffi, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, o presidente regional deputado Dagoberto Nogueira, o presidente de honra João Leite Schimit e o vereador Odilon de Oliveira Junior, filho do ex-magistrado.
Em entrevista à Rádio FM UCDB, nesta terça-feira, 10, o juiz afirmou que sua filiação vai ser mesmo em novembro e ao ser questionado sobre o percentual de chance de se filiar ao Partido Democrático Trabalhista, respondeu que tem 80% de possibilidade. “Foi o primeiro partido que me procurou e a direção nacional veio aqui conversar comigo. O PDT pode atrair muitas pessoas de bem”, destacou ele, acrescentando que chegou a essa conclusão após ter feito reflexão profunda de outros partidos no Brasil.
Ainda na sexta-feira passada, no ato de filiação do ex-deputado Biffi, sob aplausos da plateia e coro de “governador”, Odilon fez uma fala rápida e lembrou do convite da direção do PDT. “Vou me filiar a um partido político que tenha um compromisso com o povo, que tenha uma adade com o povo brasileiro, que queira reedificar este país, que se encontra no vale da imoralidade. Para reedificar é preciso primeiro ter um lastro por meio de princípios éticos e morais. O partido que reunir esses requisitos, com certeza, terá minha adesão. Gostaria de sublinhar que o PDT é um partido que tem adade com os interesses da população”, concluiu.
De acordo com os dirigentes do partido, a ideia é realizar uma grande festa da democracia para receber o juiz Odilon de Oliveira, com a presença do pré-candidato a presidente da República, Ciro Gomes. “Combinamos que ele vem para o PDT no dia 11 de novembro. Vamos fazer uma grande festa e lá ele vai sair candidato a governador”, declarou Schimit.
Ao se referir ao juiz, Carlos Lupi disse que coragem para enfrentar o crime organizado não é para qualquer cidadão e que o partido espera mais de Odilon. “Queremos sua coragem e competência para servir o povo de Mato Grosso do Sul como nosso futuro governador, para defender os que precisam ser defendidos, os mais pobres, mais fracos e oprimidos”, reiterou.
Dagoberto Nogueira lembrou ao juiz que ele vai se filiar em um partido sério e comprometido com a justiça social, sem envolvimento em escândalos de corrupção e com lideranças corretas. “Não temos nenhum deputado federal, senador e nem os nossos ex-stros estão envolvidos em qualquer escândalo. Então isso é algo muito forte no PDT”, declarou, complementando que o projeto agora é eleger Ciro Gomes presidente e Dr. Odilon governador de Mato Grosso do Sul e ampliar as bancadas estadual e federal.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.