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Política
O futuro ministro da Casa Civil, o deputado federal Onyx Lorenzoni, disse nesta segunda-feira que o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro vai mudar a forma de fazer gestão pública no país.
30 de outubro de 2018
Veja
O futuro ministro da Casa Civil, o deputado federal Onyx Lorenzoni, disse nesta segunda-feira que o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro vai mudar a forma de fazer gestão pública no país. Segundo ele, uma das mudanças vai atingir a elaboração do Orçamento.
“Nosso projeto de Orçamento para 2020 é base zero. Vamos mudar completamente a forma de fazer gestão pública. Como é que sempre se fez? Gastou dez no ano passado, então pede onze para o ano que vem. A gente vai querer saber quanto gastou, quais os objetivos, que métricas usou para medir se estava certo ou não”, afirmou ele.
Nos orçamentos tradicionais, os valores de um ano servem de base para o planejamento do ano seguinte. No orçamento base zero, nada está previamente aprovado e tudo tem de ser justificado anualmente. Lorenzoni afirmou ainda que o Banco Central deve trabalhar com metas de emprego e renda. “Se temos uma situação em que o país precisa de inflação sob controle e você tem variações… É preciso aceitar que essas variações estejam dentro do aceitável para manter o emprego e renda”, disse ele, afirmando que quem vai cuidar dessa parte é o economista Paulo Guedes, provável ministro da Fazenda.
Segundo ele, a decisão de ter um BC independente e com metas já foi tomada. “Esse compromisso já temos e foi resolvido.”
Sobre nomes para o BC, Lorenzoni afirmou que os primeiros nomes começaram a ser apresentados para Guedes ainda nesta semana.
Ao site Poder 360, Bolsonaro disse que quem bateria o martelo sobre os nomes para o BC seria Lorenzoni.
O presidente eleito afirmou ainda que o BC poderia adotar metas para o câmbio e inflação. “Eu falei para o Paulo Guedes: temos que estabelecer metas para dólar, inflação. Aí, a taxa de juros. O presidente do Banco Central terá liberdade para decidir dentro de parâmetros. O controle da inflação não pode ser apenas taxa de juros. O Banco Central deverá ter inteligência”, disse.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.