quinta, 04 de junho, 2026
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Política
Mesmo com a crise política causada pela delação da JBS, presidente já disse que não vai renunciar ao cargo. Cabe ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, aceitar ou rejeitar pedidos de impeachment.
19 de maio de 2017
G1
Partidos da oposição apresentaram na tarde desta quinta-feira (18) um novo pedido de impeachment do presidente Michel Temer. O documento foi protocolado com o apoio das bancadas de PCdoB, PT, PDT, PSol e Rede, além de deputados de PSB, PTB e PHS, e pessoas da sociedade civil.
Esse é o oitavo pedido de impeachment do presidente que tramita na Câmara. Sete desses pedidos foram apresentados nas últimas 24 horas, após a divulgação de informações de que Temer deu aval ao dono da JBS, Joesley Batista, para comprar o silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Lava Jato.
Diante da intensa repercussão em torno do assunto, Temer fez um pronunciamento na tarde desta quinta no qual informou que não renunciará à Presidência da República. Em razão das delações, o Supremo Tribunal Federal abriu um inquérito para investigar o presidente.
Até a publicação desta reportagem, também haviam protocolado pedidos semelhantes os deputados Alessandro Molon (Rede-RJ), João Henrique Caldas (PSB-AL), João Gualberto (PSDB-BA) e Diego Garcia (PHS-PR), o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e o deputado estadual Major Araújo (PRP-GO).
Um outro pedido de impeachment de Temer já tramita na Câmara e gerou um embate judicial (entenda mais abaixo).
A oposição defende a saída de Temer argumentando que o presidente feriu quatro dispositivos da lei do impeachment:
Opor-se diretamente e por fatos ao livre exercício do Poder Judiciário;
Impedir, por qualquer meio, o efeito dos atos, mandados ou decisões do Poder Judiciário; Usar da violência ou ameaça contra funcionário público para coagí-lo a proceder ilegalmente, bem como utilizar-se de suborno ou de qualquer outra forma de corrupção para o mesmo fim; Proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo."Aqui está caracterizado especialmente a tentativa de compra de versões de testemunha ou a compra de silêncio de testemunha, caracterizando uma grave ofensa ao livre exercício do Poder Judiciário, o que é crime de responsabilidade", afirmou o deputado Rubens Pereira Junior (PCdoB-MA).
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.