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Nova presidência do TCE promete rigor na fiscalização ‘doa a quem doer’

Participaram do evento no plenário da Corte Fiscal, conselheiros de Tribunais de Contas de diversos Estados do país

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13 de fevereiro de 2015

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Aconteceu no fim da tarde desta quarta-feira (11), a solenidade de posse da nova diretoria do TCE (Tribunal de Contas do Estado), que terá o conselheiro Waldir Neves, ex-deputado federal tucano, como presidente,  que tomou posse prometendo rigor na fiscalização.
“Estamos em um momento singular de nossa história. A população está intolerante e é insuportável a quantidade de denúncias de corrupção, que deixa as instituições desacreditadas”, frisou Waldir, prometendo uma gestão que irá “fiscalizar, orientar e evitar que o dinheiro público seja mau gasto, doa a quem doer”.
O ex-presidente da Assembleia Legislativa, Jerson Domingos, também foi empossado solenemente como conselheiro, assim como o ex-chefe da casa civil do governo Puccinelli, Osmar Jeronymo, ouvidor da Corte Fiscal.
Jerson discursou em nome dos conselheiros empossados na Corte, prometendo um desempenho “harmonioso com os demais poderes”. O ex-deputado detalhou sua experiência legislativa e se disse ‘conhecedor’ da administração pública.
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) destacou as promessas de parceria para treinamento de servidores estaduais  com o Tribunal de Contas. “Com a chegada de novos conselheiros (Jerson e Osmar), procedimentos e mudanças irão ocorrer e isso é importante, precisamos ter esse entendimento, TCE não é um órgão só para punir, mas para informar treinar”, pontuou o tucano.
A solenidade de posse também marcou a chegada dos conselheiros Ronaldo Chadid, à vice-presidência da Corte, Iran Coelho das Neves, como corregedor-geral, Marisa Serrano como diretora geral Escoex (Escola Superior de Controle Externo) e José Aêdo Camilo se mantém como procurador de contas.
Participaram do evento ainda, que aconteceu no plenário da Corte Fiscal, conselheiros de Tribunais de Contas de diversos Estados do país, além de deputados estaduais e federais, secretários de Estados, prefeitos e vereadores. (midiamax)

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

6 de maio de 2026

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

 

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.