quinta, 04 de junho, 2026
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O advogado Lucas Mochi (27) não descarta a possibilidade de colocar seu nome à apreciação da sociedade coxinense para uma possível disputa ao Poder Executivo como forma de dar uma satisfação aos amigos e pessoas que cogitam sua participação. Na tarde de ontem - por telefone - destacou que não é - nunca foi - pré-candidato, mas decidiu aferir seu nome perante a opinião pública porque vem aparecendo nas rodas sociais e políticas do público de todas as idades. Apesar de jovem é um advogado militante e profundo conhecedor dos problemas estruturais e administrativos de Coxim e sabedor do grande potencial a ser explorado para viabilizar uma economia instável no momento.
Lucas destacou que “ninguém é candidato de si mesmo” e por isso a decisão depende de uma aceitação popular e consistente para que tenha a confiança de alçar voos políticos mais altos. Segundo ele a decisão é a revelia do parecer de seu pai que - no primeiro momento - se posicionou contrário por entender que o jovem vive um bom momento na advocacia e que qualquer eventual candidatura dependeria de apoio de lideranças já consolidadas no Município. Ele é filho do deputado e ex-prefeito de Coxim, Júnior Mochi.
Coxim precisa de nomes novos para dar mais opções aos eleitores e com preparo pessoal que garanta uma boa gestão. Lucas mostrou que conhece como poucos problemas pontuais como a arrecadação insuficiente e questões tributárias. Ele lembrou ainda que o potencial econômico do Município encontra fundamento em setores pouco explorados da economia que, se agregados ao interesse de investimentos privados para implemento de emprego, renda e arrecadação, poderia atribuir tônus financeiro à Cidade, inclusive, a depender do benefício gerado, com aumento do repasse de ICMS. Também citou exemplos ligados ao Setor Turístico, cuja viabilidade já foi provada lucrativa na região. Lucas também integrou o movimento político e institucional para a instalação do curso de Direito no Município que se encontra em andamento, demonstrando, com isso, sua inserção nas questões de interesse da cidade.
Há cerca de um ano e meio Lucas Mochi vem sendo questionado por moradores de Coxim sobre a possibilidade de ver seu nome apreciado de forma mais contundente. Estudou em São Paulo, possui renomado escritório de advocacia em Campo Grande com atuação enfática na área empresarial, com ênfase em reestruturação de empresas e sente-se - hoje - em condições de retribuir a Coxim por tudo que conquistou na vida. Apesar disso adiantou que a situação do momento exige parcimônia na atuação do Prefeito que em 2020 viera ser eleito, devendo este ter perfil gestor olhando para a necessidade de contingenciamento e políticas de planejamento e equilíbrio financeiro para que o Município supere o momento de crise vivido com maior tranquilidade e folga, preparando-se para aproveitamento da melhora econômica nacional quando ela ocorrer. Por fim, citou que há a necessidade de que o Município retome seu senso de coletivismo e que a população de Coxim se enxergue como unidade fortalecida, de modo que o coxinense retome o orgulho de dizer ser dali oriundo, o que pode ser alcançado com a concretização que levem em conta o amplo cardápio cultural presente na cidade, desde o acerco histórico, literário e artístico, até os movimentos de entretenimento sadios que projetem a identidade do nosso povo. Finalizou dizendo que qualquer candidatura só tem razão de ser se toca o coração da população e imprime nela o desejo de mudança e de superação coletiva dos problemas enfrentados pela Cidade.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.