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"Não adianta ficar no morro no RJ se entrada é MS": diz Reinaldo sobre tráfico

Governador reiterou cobrança ao Governo Federal

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18 de janeiro de 2018

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Midia Max

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Mesmo oficialmente de férias, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) marcou presença na abertura da Showtec, em Maracaju, nesta quarta-feira (17), e reforçou as críticas e cobranças ao Governo Federal em virtude da falta de investimentos no policiamento na fronteira.

“Tenho sempre dito para o Governo Federal que não adianta ficar no morro do Rio de Janeiro (RJ) sendo que a porta de entrada de drogas é na divisa com Paraguai e Bolívia (em Mato Grosso do Sul), onde não se vê presença das policias federais”, disparou o governador.

O tucano  publicou na Folha de São Paulo um artigo sugerindo o fechamento das fronteiras com Paraguai e Bolívia, como medida de combate ao tráfico de armas e entorpecentes, reconheceu hoje que já existe um esforço do governo paraguaio, mas sem sucesso.

“Só com presença ostensiva da polícia brasileira, full time, junto com as forças estaduais é que nós vamos vencer essa guerra”, frisou.

Para o governador, o país apenas ‘enxuga gelo’ no combate ao tráfico de armas e drogas, e o combate à violência entre facções criminosas que atuam em território brasileiro passa, necessariamente, pelo aumento do policiamento mais ostensivo nos mais de 15 mil km de fronteira com nações sul-americanas.

Reinaldo revelou que só no último, as forças estaduais de segurança pública apreenderam 470 toneladas de entorpecentes. Para ele, o montante poderia ser ‘imensamente’ superior com presença mais efetiva da União.

“Imagina se tivermos uma presença ostensiva das forças federais? O Brasil infelizmente abandonou suas fronteiras”, concluiu.

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

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5 de maio de 2026

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.