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Na quarta prisão, Giroto e Amorim dormem na cela 17 de presídio

Os quatro estão em uma cela que tem ao menos 20 vagas e já foi “endereço” de outros presos conhecidos

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10 de maio de 2018

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Campo Grande News

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O ex-deputado federal Edson Giroto, o cunhado dele Flávio Schrocchio, o empreiteiro João Amorim e também o ex-deputado estadual e ex-fiscal da Agesul (Agência Estadual de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul), Beto Mariano, já foram transferidos da sede da PF (Polícia Federal) para unidade do Complexo Penal de Campo Grande. Alvos da operação Lama Asfáltica, os quatro estão presos pela terceira vez, agora por força de decisão do STF (Supremo Tribunal Federal). O site Campo Grande News apurou que os presos estão na cela 17 do Centro de Triagem Anísio Lima desde às 18h de terça-feira (8). Eles dividem o espaço com mais 22 internos. A cela já foi “endereço” de outros presos conhecidos, como o procurador aposentado Carlos Alberto Zeolla e o ex-prefeito Gilmar Olarte.   4ª vez  Em nova reviravolta, o STF decretou no dia 7 de maio as prisões de Giroto, Amorim, Elza Cristina Araújo dos Santos, Flávio Henrique Garcia Schrocchio, Raquel Rosana Giroto, Ana Paula Amorim, Wilson Roberto Mariano e Mariane Mariano de Oliveira. Todos foram presos pela primeira vez em 10 de maio de 2016, alvos da Operação Fazendas de Lama, a 2ª fase da Lama Asfáltica, e foram soltos desde o dia 24 junho do mesmo ano por força de liminar. Mas, Giroto, Amorim e Flavio voltaram para a cadeia no dia 7 de junho do mesmo ano, sendo libertados dois dias depois.  Para Ana Paula Amorim Dolzan e Elza Cristina Araújo dos Santos (filha e secretária de João Amorim, respectivamente), Mariane Mariano de Oliveira (filha de Beto Mariano), Rachel Rosana de Jesus Portela Giroto (mulher de Giroto), Justiça expediu ordens de prisão domiciliar. Elas estiveram na sede da PF ontem (9) para tomar ciência da decisão e voltaram para casa.   A operação   A Lama Asfáltica investiga desvios de verbas em obras do governo estadual na gestão de André Puccinelli (MDB). A Fazendas de Lama apura a compra de fazendas, em nome de laranjas, com o dinheiro supostamente desviado. 

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.