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Política

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Músico e ex-deputado federal são cotados para 1° escalão de Bernal

Nos bastidores se cogita que Bernal pode fazer um convite para o ex-deputado federal Antônio Carlos Biffi (PT)

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4 de setembro de 2015

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O prefeito de Campo Grande Alcides Bernal (PP) já divulgou alguns secretários que irão comandar pastas após o retorno, no entanto algumas áreas continuam sem comandando, como as secretarias de Obras e Educação, além da Cultura e Comunicação. Entre os cotados para assumir estas pastas estão músico e ex-deputado federal.
Nos bastidores se cogita que Bernal pode fazer um convite para o ex-deputado federal Antônio Carlos Biffi (PT), para assumir a pasta da Educação e assim contemplar um dos partidos aliados, que esteve ao lado do prefeito desde o seu primeiro mandato, inclusive permanecendo durante toda a gestão de Gilmar Olarte (PP), na oposição.
Esta sondagem do prefeito ainda não teve um convite direto e oficial ao ex-deputado, que hoje é assessor parlamentar do senador Delcídio do Amaral (PT), na liderança do Governo, no Senado Federal. Integrantes do PT já disseram que iriam reivindicar junto a Bernal o mesmo espaço que o partido teve ena sua antiga administração. Biffi já foi secretário estadual de Administração e de Educação.
Para a direção da Fundac (Fundação Municipal de Cultura), um dos nomes cotados é do músico Américo Yule, que já trabalhava com Bernal, na função de diretor adjunto da Fundação, na sua administração, agora ele seria o titular da pasta.
Yule esteve inclusive no dia do julgamento no TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), que decretou a volta de Bernal a prefeitura, comemorando muito o resultado com os demais aliados. “Essa decisão demorou bastante, deveria ter saído antes. Espero que Bernal consiga resolver os problemas da cidade, que são muitos, e não tenho dúvida que será um mandato transparente”, disse nesta oportunidade.
Já o publicitário Júlio Cabral, que exerceu esta função anteriormente, pode assumir agora a Comunicação do Município. Ele foi o responsável pela campanha de Bernal tanto a prefeitura de Campo Grande, em 2012, assim como a do Senado, no ano passado. Durante as primeiras reuniões do prefeito com os secretários, sempre está presente e participa das discussões. (CGnews)

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

6 de maio de 2026

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

 

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.