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Política
Prevenir e reprimir atos de violações de dignidade do gênero feminino no enfrentamento à violência doméstica e garantir o cumprimento das medidas protetivas de urgência. Esses são os objetivos do projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a criar em Mato Grosso do Sul o Programa Ronda Maria da Penha.
20 de março de 2019
Agência ALMS
Prevenir e reprimir atos de violações de dignidade do gênero feminino no enfrentamento à violência doméstica e garantir o cumprimento das medidas protetivas de urgência. Esses são os objetivos do projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a criar em Mato Grosso do Sul o Programa Ronda Maria da Penha. De autoria do deputado estadual Lucas de Lima (SD), a proposta foi apresentada durante a sessão ordinária desta terça-feira (19).
O projeto disponibiliza o atendimento imediato e prioritário na hipótese de ocorrer novamente um ato de violência, por meio de telefone exclusivo. Ainda permite a implantação de um destacamento, no âmbito da Secretaria de Estado de Segurança Pública, voltado para ronda de caráter ostensivo, nos locais de maior incidência de violência doméstica. Para a execução do programa, o Estado poderá realizar convênios com as Guardas Municipais.
“Mato Grosso do Sul registra um dos maiores índices de feminicídio. Somente em 2018, foram registrados 32 casos, sendo que somente no mês de dezembro ocorreram cinco mortes. É um crime que não constitui um evento isolado, nem repentino ou inesperado. Ao contrário, faz parte de um processo contínuo e o maior risco está dentro de casa. Por isso, o Programa Ronda Maria da Penha é uma medida urgente a ser implementada”, justificou Lucas de Lima.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.