quinta, 04 de junho, 2026
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Certa feita o deputado Cleiton Kielse (PMDB), da tribuna, denunciou que havia uma forte bancada atuando pelos interesses do pedágio na Assembleia Legislativa do Paraná. A turma do deixa-disso entrou em ação e colocou "panos quentes" na grave acusação.
Passado um ano e meio da revelação do parlamentar, eis que o Ministério Público Federal (MPF) trouxe à luz informação que candidaturas foram abastecidas com dinheiro da máfia do pedágio.
Segundo promotores, o governador Beto Richa (PSDB) recebeu R$ 3 milhões em doações das concessionárias para a sua campanha. A senadora Gleisi Hoffmann (PT) também recebeu agrado de R$ 1,3 milhão.
O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), angariou R$ 140 mil e o presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni (PSDB), pegou R$ 50 mil. O senador Roberto Requião (PMDB) teve ajuda de R$ 15 mil.
No ano passado, Rossoni chegou a arquivar requerimento para instalar a CPI do Pedágio. A comissão saiu com maioria governista e, na terça (25), realizou sua última sessão. Deverá apresentar relatório final nos próximos dias.
Os senadores Gleisi Hoffmann e Roberto Requião juram não ter recebido dinheiro das concessionárias de pedágio.
Coincidência ou não com a saída desses recursos para campanhas eleitorais, além da CPI do Pedágio ter quase naufragado, as concessionárias deixaram de realizar obras previstas e os contratos vêm sendo modificados sucessivamente desde 1998. Claro, sempre contra os interesses dos usuários das rodovias.
A pergunta que não quer calar é a seguinte, terá coragem a CPI do Pedágio de indiciar os políticos acima ou assumirá seu papel de laranja?
É bom lembrar que no final do ano, alheio à comissão de investigação, o governador Beto Richa reajustou as tarifas nas 27 praças que cortam o Paraná. Na época, a bancada do PT acusou o tucano de comportar-se como sócio das empresas de pedágio.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.