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Política
A decisão está nas mãos do desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva, onde tramita os casos referentes a Operação Coffee Break, que apura esquema para cassar o prefeito Alcides Bernal (PP), ocorrido em março de 2014
30 de setembro de 2015
O MPE (Ministério Público Estadual) entrou com pedido de prisão do prefeito afastado Gilmar Olarte (PP) e do empreiteiro João Alberto Krampe Amorim dos Santos, dono da Proteco, e o afastamento de 17 vereadores. A decisão está nas mãos do desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva, onde tramita os casos referentes a Operação Coffee Break, que apura esquema para cassar o prefeito Alcides Bernal (PP), ocorrido em março de 2014.
No Tribunal de Justiça e no MPE ninguém deu detalhes, mas os pedidos de prisão do prefeito afastado Gilmar Olarte (PP) e do empreiteiro João Amorim foram confirmado. Além disso, foram pedidos os afastamento dos vereadores que votaram pela cassação de Bernal e continuam na Câmara. São eles: Carla Stephanini, Edil Albuquerque, Vanderlei Cabeludo e Paulo Siufi (do PMDB), Edson Shimabukuro (PTB), Eduardo Romero, Flávio César e Otávio Trad (todos do PT do B), Gilmar da Cruz (PRB), Delei Pinheiro, Chiquinho Teles, Coringa (do PSD), Airton Saraiva (DEM), Carlão (PSB), Dr. Jamal (PR), João Rocha (PSDB) e Chocolate (PP).
O advogado do empreiteiro João Amorim, Benedicto Arthur de Figueiredo Neto não foi encontrado para falar sobre o assunto. Mas na última sexta-feira, diante dos “boatos” do pedido de prisão, ele havia entrado com recurso no TJ, solicitando que a prisão não fosse decretada, alegando que ela seria “despropositado e desnecessário”. Para o advogado de Gilmar Olarte, Jail Azambuja, mais uma vez a questão está tendo conotação política. “Não há motivo jurídico para decretar a prisão do prefeito que está afastado do cargo. Não tem como interferir nas investigações, é mais um ato de violência. Mais uma vez está se usando processo judicial para atingir objetivos claramente políticos”.
Já o advogado Newley Amarilla, que defende o presidente da Câmara Municipal, Flávio César, afirmou que embora ainda não tinha informação oficial de tal pedido, considerou desnecessário o afastamento dos vereadores, tendo em vista que não existem provas concretas ainda sobre o envolvimento deles no afastamento do prefeito Alcides Bernal.
Amarilla acredita que o desembargador não deverá dar nenhuma decisão sem antes ouvir os vereadores. “É o princípio da presunção da inocência”, afirma. Para o advogado, também foi injustificado afastamento do presidente Mário César (PMDB), já que ele não teria como interferir no andamento do processo. “A Câmara é um órgão colegiado, não tem como interferir. Além disso, achar isso sobre uma situação que ocorreu há um ano e meio é forçar muito a barra”, afirmou, ao lembrar que as acusações estão fundamentadas basicamente em escutas telefônicas. (CG News)
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.