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Política

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MPE denuncia 24 após investigação de suposto esquema para cassar Bernal

Rose Modesto foi flagrada em áudio mas "escapou" do MPE

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1 de junho de 2016

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Midia Max

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Dez meses, 50 depoimentos, mais de 7 mil páginas de documentos e a Operação Coffee Break, deflagrada em julho de 2015, chegou nesta terça-feira (31) ao seu número mais significativo: 24 pessoas denunciadas à Justiça por participação numa suposta negociata que, segundo a peça, levou à cassação de Alcides Bernal, no dia 13 de março de 2014. Bernal, como se sabe, ficou um ano e meio afastado, sempre repetindo a tese de que fora alvo de um golpe, e voltou ao cargo na véspera do aniversário de Campo Grande do ano passado, 25 de agosto, quando o então chefe do Executivo, Gilmar Olarte, foi afastado, em decisão do Tribunal de Justiça acatando pedido dos promotores responsáveis pela investigação de envolvimento dele no alegado esquema para cassar o ex-aliado.

Durante todo esse período, houve prisões, revelações por meio de escutas e quebra de sigilo de contas e dos telefones, afastamentos de vereadores da Câmara, mas ainda não havia um processo. Tudo que ocorreu até agora era em fase de investigação, que se encerrou em dezembro do ano passado, e acabou tendo complementos este ano. Agora, com a denúncia, o caso pode virar finalmente ação contra os envolvidos. Isso porque a decisão vai depender da aceitação ou não da peça pelo Tribunal de Justiça.

A investigação foi conduzida pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado), responsável pelo trabalho de apuração, liderada pelo promotor Marcos Alex Vera. Nenhum pedido de prisão ou afastamento foi feito, sob alegação de que, nesta fase, não há mais essa necessidade.

Daqui para a frente, o Tribunal de Justiça é quem decide o que vai acontecer. Se for acatada a denúncia, iniciam-se novos processos, com novos prazos para oitiva de testemunhas, defesa e interrogatórios.

Confira a lista:

João Amorim - empresário

João Baird – empresário

Gilmar Olarte – vice-prefeito afastado do cargo

Mario Cesar (PMDB) – vereador, ex-presidente da Câmara

Fabio Portela Machinsky – ex-diretor do IMTI (Instituto Municipal de Tecnologia da Informação)

André Puccinelli (PMDB) – ex-prefeito e ex-governador

Nelson Trad Filho (PTB)- ex-prefeito

Otávio Trad (PTB) - vereador

Luiz Pedro Guimarães – ex-candidato a vereador pelo PP, adversário de Bernal e aliado de Olarte

Raimundo Nonato – ex-assessor de Olarte e empresário

Carlos Eduardo Naegele - empresário

André Scaff - atual procurador jurídico da Câmara

José Alceu Bueno - ex vereador

José Airton Saraiva (DEM) - vereador

Flavio Cesar (PSDB) - vereador

José Airton Saraiva  (DEM)- vereador

Paulo Siufi (PMDB) – vereador

Edil Albuquerque (PTB) – vereador

Edson Shimabukuro (PTB) – vereador

Eduardo Romero (REDE) – vereador

Jamal Salem (PMDB) – vereador e ex-secretário de saúde na administração de Olarte

Gilmar da Cruz (PRB) – vereador

Valdecy Batista, o Chocolate (PP) - vereador

Carlos Augusto Borges (PPS) - vereador

João Rocha (PSB) - vereador

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

6 de maio de 2026

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

 

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.