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Política
O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu nesta sexta-feira (24) a transferência do ex-governador Anthony Garotinho da cadeia José Frederico Marques, em Benfica, para outra unidade prisional.
24 de novembro de 2017
G1
Ministério Público do Rio de Janeiro pediu nesta sexta-feira (24) a transferência do ex-governador Anthony Garotinho da cadeia José Frederico Marques, em Benfica, para outra unidade prisional.
documento, assinado pela promotora Márcia Vieira Piatigorsky, afirma que permanecer em Benfica pode representar risco à integridade física de Garotinho.
Garotinho diz ter sido agredido no presídio com um porrete e afirma, ainda, que chegaram a apontar uma arma para ele. Agentes da Seap, porém, dizem que ele se autolesionou.
De acordo com o ex-governador, a cela em que está foi invadida na madrugada — mas não se sabe por quem. Após o relato, ele foi levado para prestar depoimento na 21ª DP (Bonsucesso).
No texto, o MP afirma que investigados pelas operações Calicute, Lava Jato, Fratura Exposta, e C’est Fini, como o ex-governador Sérgio Cabral, estão em Benfica.
Desses réus, muitos deles tornaram-se notoriamente conhecidos por formarem a chamada Gangue dos Guardanapos --cujas fotos foram amplamente divulgadas no conhecido blog do Garotinho--, sendo integrantes de organização criminosa oriunda do partido político PMDB e conhecidos inimigos do casal Garotinho", diz o texto.
Promotora relata 'tensão'
O texto do MP também diz que uma vistoria constatou "tensão" causada pela presença dos ex-governadores no mesmo ambiente.
"Em fiscalização ordinária realizada na data de hoje, a signatária pode verificar o clima de tensão que prevalece naquela unidade pela coabitação de Anthony Garotinho com o ex-Governador Sérgio Cabral e demais integrantes da organização criminosa, não havendo meios de ser garantida a preservação da sua integridade física".
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.