quinta, 04 de junho, 2026
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O ex-governador de Mato Grosso do Sul, Pedro Pedrossian, de 89 anos, morreu na madrugada desta terça-feira (22), em Campo Grande. Ele era engenheiro civil e nasceu no dia 13 de agosto de 1928, em Miranda. "Meu pai é um homem absolutamente realizado", resume o empresário Pedro Pedrossian Filho.
A informação foi confirmada por familiares. Ele morreu em casa por volta das 3h30 (de MS), estava debilitado. A causa da morte não foi informada.
O velório de Pedro Pedrossian será realizado no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, no Parque dos Poderes, na capital sul-mato-grossense. A família ainda não sabe o horário que o velório irá começar.
Família
O filho do ex-governador, Pedrossian Filho, explicou que depois que o pai quebrou a perna, passou a ter dificuldades para andar, a ter problemas no coração e perda de visão.
O empresário resume o pai. "Pedro Pedrossian não foi só um governador. Foi um ser humano. E como ser um humano, recebeu irrestrito amor da família, enorme carinho dos amigos e como se tudo isso não bastasse, recebeu reconhecimento do seu povo".
Política
Já engenheiro, Pedro Pedrossian trabalhou na Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, em Três Lagoas. Em outubro de 1965 foi eleito governador do então estado de Mato Grosso, antes da divisão.
Em novembro de 1980, foi o terceiro governador nomeado para Mato Grosso do Sul, por ato do então presidente da República João Figueiredo. Para assumir o governo, renunciou ao mandato de senador.
Anos depois, Pedro Pedrossian foi eleito e governou o estado entre 1991 e 1994. Ele deixa Maria Aparecida Pedrossian, com quem era casado há 69 anos, seis filhos e 11 netos.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.