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Política

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Maia sinaliza que pode deixar reforma da previdência como "legado" para 2019

Presidente da Câmara estaria irritado com declarações de Temer

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7 de fevereiro de 2018

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Midia Max

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Enquanto o governo alega que faltam apenas 40 votos para garantir os 308 necessários para aprovação da reforma da previdência, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que cogita disputar a sucessão de Michel Temer (MDB) nas eleições de outubro, pode deixar a votação da matéria apenas para 2019, caso o governo não consiga os votos necessários em no máximo 15 dias.
De acordo com matéria publicada na manhã desta segunda-feira (5) pelo Jornal Folha de São Paulo, o democrata não tem gostado de declarações de Temer de que o governo ‘fez sua parte’, deixando para o Congresso a culpa pela não aprovação da reforma. A Folha apurou que Maia já prepara um discurso duro contra o Planalto, caso o governo não tenha os 308 votos até o dia 20 deste mês. A reforma ficaria como uma espécie de ‘legado’ para o próximo presidente da República.
Um dos temores de deputados ainda indecisos é justamente a eleição. Aprovar, em ano eleitoral, uma medida tão polêmica poderia acarretar em prejuízos nas pretensões de alguns parlamentares.
Ontem, domingo (4), o presidente Michel Temer reuniu aliados no Palácio do Jaburu, sua residência oficial, para discutir alguns pontos da reforma que ainda podem ser alterados, como forma de atrair apoio de parlamentares ‘em cima do muro’.
Segundo a Folha, um sistema de transição para servidores públicos que ingressaram na carreiras até 2003, bem como fim da limitação de 2 salários mínimos para acúmulo de benefícios, podem garantir alguns votos.
Todavia, Maia já teria admitido a parlamentares aliados a possibilidade de deixar a reforma apenas para o ano que vem, o que adiantaria no Congresso, em 2018, a votação de matéria que poderiam acalmar o mercado financeiro, como a privatização da Eletrobras.
Outro ponto que pode pesar na decisão de Rodrigo Maia é sua intenção em disputar o cargo de presidente da República. Encabeçar um tema ‘impopular’ como a reforma da previdência poderia prejudicar seus interesses.

 

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

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5 de maio de 2026

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.