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Lava Jato volta a prender Renato Duque

A ação fez parte da 10ª fase da Lava Jato, batizada de Que país é esse?

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17 de março de 2015

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A Polícia Federal voltou a prender ontem (16), o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque, apontado como operador do PT no esquema desmontado pela Operação Lava Jato. A ação fez parte da 10ª fase da Lava Jato, batizada de “Que país é esse?”, em alusão à frase dita pelo ex-diretor ao ser preso pela primeira vez, em novembro do ano passado. Desta vez, Duque foi preso em sua casa no Rio de Janeiro em caráter preventivo. Nesta nova etapa, a PF apura os crimes de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro, uso de documento falso, fraude em licitação e associação criminosa, de acordo com a TV Globo.
Ao todo, foram 18 mandados – 12 de busca e apreensão, quatro de prisão temporária e dois de prisão preventiva. Além de Duque, também foi preso em caráter preventivo o empresário e lobista de origem libanesa Adir Assad, investigado na CPI do Cachoeira por operações envolvendo a Delta Engenharia. Todos os presos devem ser levados para Curitiba, onde estão concentradas as investigações contra acusados sem foro privilegiado.
Em depoimento, o executivo Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, um dos delatores do esquema, disse que empresas de fachada ligadas ao lobista Adir Assad foram utilizadas pelo Grupo Toyo Setal, do qual ele era representante, para simular ao menos seis contratos de prestação de serviços para pagar propina a Renato Duque.
Preso na sétima etapa da Lava Jato, Duque conseguiu revogar a prisão graças a um habeas-corpus concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, em dezembro. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contestou a soltura, alegando que Duque poderia deixar o país.
O ex-diretor de Serviços da Petrobras foi apontado como pelo ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa e pelo ex-gerente Pedro Barusco, seu subordinado, como participante do esquema bilionário de desvio de recursos da empresa. Outro delator, o doleiro Alberto Youssef, também diz que Duque operava para o PT. O ex-executivo sempre negou sua participação no esquema.

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.