quinta, 04 de junho, 2026
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Após ordem judicial que determinou a volta de Alcides Bernal (PP) ao cargo de prefeito de Campo Grande, o político afirmou que vai fazer um choque de gestão. O pepista, que ficou um ano e cinco meses afastado do Executivo, estava em uma reunião do partido em Brasília quando ficou sabendo da decisão da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS) na tarde de terça-feira (25).
“Justiça pode tardar, mas não falha. A democracia foi restabelecida, a ordem pública nós vamos trabalhar para restabelecer. Nosso município está com problemas seriíssimos, com caos administrativo e financeiro, na saúde, na educação. Mas com a união de esforços, com todos trabalhando com um só propósito, que é de defender Campo Grande, não tenho dúvida que nós conseguiremos salvar Campo Grande dessa crise”, declarou.
Bernal afirmou ainda que é preciso cortar despesas, economizar. “Demitir aqueles que não trabalham, os fantasmas. Nós precisamos trabalhar por Campo Grande, trazer a paz, a união e, acima de tudo, o progresso para nossa capital. Isso se faz através de uma auditoria que deve ser convocada com o máximo de rapidez, chamar o Ministério Público, a Controladoria-Geral da União (CGU), instalar uma auditoria para levantar toda a situação até o presente momento e convocar pessoas idôneas, sérias, de dentro da sociedade campo-grandense, que tenham capacidade técnica e compromisso com o nosso município para a gente enfrentar os problemas.”
Sobre o relacionamento com os outros poderes, o político disse que as instituições devem estar acima de qualquer interesse. “Nós temos que trabalhar pelo interesse público. Eu vou trabalhar respeitando a Câmara Municipal e vou convocar todos os vereadores para que a gente possa fazer um trabalho a favor de Campo Grande”, destacou. (g1)
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.