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ELEIÇÕES 2022
O ex-presidente da Assembleia de Mato Grosso do Sul quer voltar ao cenário de destaque na política, e protagonizar novamente parte do poder político do Estado já experimentado outrora. Oswaldo Mochi Junior, 59 anos, é advogado e desde muito cedo se sentia vocacionado para a política, ficando conhecido como Junior Mochi.
27 de maio de 2022
Glenda Melo, Diário do Estado
O ex-presidente da Assembleia de Mato Grosso do Sul quer voltar ao cenário de destaque na política, e protagonizar novamente parte do poder político do Estado já experimentado outrora. Oswaldo Mochi Junior, 59 anos, é advogado e desde muito cedo se sentia vocacionado para a política, ficando conhecido como Junior Mochi. Ex-prefeito da cidade de Coxim, cumpriu três mandatos como deputado estadual de Mato Grosso do Sul, presidindo a Assembleia Legislativa entre 2015 e 2019.
“Entendo que neste momento, o melhor e mais prudente é colocar o meu nome à disposição como pré-candidato a deputado estadual. Voltar à Assembleia Legislativa é o meu objetivo neste momento. Qualquer outra mudança é fruto do cenário político”, destaca Mochi.
Segundo o pré-candidato, para o governo do Estado, o MDB, aposta na candidatura de André Puccinelli, devido sua história, legado e por ser o nome com maior viabilidade política e eleitoral. “Obviamente, a decisão final caberá a ele. O ex- governador é a melhor opção e é a que deseja o MDB. Entretanto, não é a única, temos outros nomes, de modo especial o da senadora Simone Tebet”, desabafa Mochi.
História Política - O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) nasceu para ser durante longo tempo a voz única da resistência brasileira pelo Estado de Direito. E foi a força de maior contribuição com o processo redemocratizador do país. Quando ingressou no PMDB, Oswaldo Mochi Júnior se nutria de ensinamentos que a legenda vinha aplicando na qualificação política do Brasil.
Pelo PMDB foi eleito e se reelegeu prefeito de Coxim em 1996 e 2000. Em 2002 conquistou o primeiro mandato de deputado estadual, reelegendo-se mais três vezes. Presidiu a Assembleia Legislativa duas vezes e em 2018, soldado do PMDB, atendeu à convocação para disputar o governo estadual, mesmo durante um período crítico eleitoralmente para a sigla, da qual é o atual presidente.
Essa vivência abriu um horizonte para o jovem advogado. Nascido em Itápolis, interior paulista, e instalado por laços afetivos e profissionais em Mato Grosso do Sul. Antes de fazer de Coxim o definitivo abrigo domiciliar, foi funcionário público do Banco do Brasil e do Tribunal de Justiça em Fátima do Sul.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.