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Política
Moacir Kohl é sempre lembrado por dirigentes de entidades que fazem a diferença na condução de MS como a Federação das Indústrias/Sistema Fiems que lhe conferiu a Comenda do Mérito Industrial em 2018.
19 de outubro de 2021
Redação
Kohl, ex-prefeito de Coxim e atual suplente da senadora Simone Tebet, nome forte para disputa a uma cadeira na ALMS / Divulgação
A sabedoria popular destaca que o “vinho quanto mais antigo torna-se ainda melhor”. O adágio pode explicar o excelente desempenho de Moacir Kohl em pesquisas internas que começam a ser produzidas em Coxim e nas cidades da Região Norte numa provável disputa a uma cadeira na Assembleia Legislativa de MS. Atualmente Kohl exerce o cargo de suplente da senadora Simone Tebet, mas foi duas vezes prefeito de Coxim e vice-governador do estado. Neste cargo também comandou a Secretária de Produção, e foi um dos principais incentivadores do FCO (Fundo Constitucional do Centro-Oeste) que financiou bilhões de investimentos em obras de empresas na iniciativa privada de MS. O FCO mudou o perfil dos financiamentos no estado, gerando empregos e a criação de novas empresas.
LEGADO - Apesar de não estar exercendo nenhum cargo público Moacir Kohl é sempre lembrado por dirigentes de entidades que fazem a diferença na condução de MS como a Federação das Indústrias/Sistema Fiems que lhe conferiu a Comenda do Mérito Industrial em 2018. Experiente e com profundo conhecimento de gestão pública ele ajudou a mudar para melhor o mapa empresarial de Mato Grosso do Sul como vice-governador no primeiro mandato de Zeca do PT. Homem ligado ao agronegócio ele criou um cenário favorável à economia ao criar e comandar a Secretária de Produção.
PRÉ-CANDIDATO COMPLETO - Através desta pasta ele sempre procurou fomentar o agronegócio e a agricultura familiar. Kohl tem como vantagem a popularidade de conhecer os problemas e necessidades urbanas, do homem do campo e do comércio. Hoje seria um dos postulantes mais completos à uma cadeira na Assembleia Legislativa porque suas ações sempre foram voltada pelo desenvolvimento de Mato Grosso do Sul e com certeza, poderá ser um nome forte para representar a Região Norte com capacidade e conhecimento de suas necessidades
EMPREENDEDOR - Apesar de estar fora da política Moacir Kohl segue empreendedor como produtor rural e diretor-proprietário da Tavel concessionária de Veículos (Coxim) e homem a ser consultado quando o assunto é gestão em todas as esferas públicas. Quando foi vice-governador e secretário de Estado, consolidou a lei de incentivos fiscais em MS.
Moacir Kohl é casado com Roseli Maria Cervi Kohl, considerada a “eterna” primeira-dama de Coxim, com quem tem três filhos e três netas.
Engenheiro agrônomo, formado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), também cursou Filosofia na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS). Mudou-se para Mato Grosso do Sul em 1978.
VIDA PÚBLICA - Em 1989, já empresário do comércio e do agronegócio em Coxim, começou sua vida política, como vereador mais votado do município, em 1992, foi eleito para o primeiro mandato como prefeito de Coxim e em 1998 disputou e venceu as eleições como candidato a vice-governador na chapa liderada por Zeca do PT. Foi secretário estadual de Produção, Pasta que abrigava as áreas de Indústria, Comércio, Agricultura e Meio Ambiente. Em 2003 foi secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Campo Grande. Em 2004 foi eleito prefeito de Coxim, administrando o município pela segunda vez, no período de 2005 a 2008. Em 2014 foi eleito como Suplente de Senador.
Mais uma vez o nome de Moacir Kohl está sendo apontado nas pesquisas internas e no meio político como favorito para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul em 2022.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.