quinta, 04 de junho, 2026
(67) 99983-4015
O horário eleitoral na televisão precisa urgentemente ser modernizado quanto à forma de apresentação dos candidatos e principalmente passar o mínimo de seriedade e credibilidade. Os partidos são os grandes responsáveis pela desarrumação e confusão que o envolvem, fatores que se refletem na acentuada queda dos índices de audiência, através especialmente da fuga para os canais pagos.
Candidatos a deputado federal e estadual, por exemplo, apresentam propostas tão absurdas que compete somente aos poderes executivos. Muitos não sabem qual e a função de um deputado. Isto sem contar o nível de escolaridade de alguns candidatos que, diga-se de passagem, é preocupante. Porque as direções partidárias não selecionam melhor as pessoas que se apresentam para disputar o voto do eleitorado? A reposta é simples. Simplesmente porque não lhes interessam. Aos dirigentes de partidos interessa atrair e apresentar candidatos de poucos votos, mas de boa presença nas comunidades, a fim de que possam somar sufrágios para as legendas, porém sem ameaçar os que as dirigem.
O resultado é esse que se vê hoje no horário político atual. Lástima total sob o ângulo de análise, ou um divertimento inconseqüente, que pode ser visto de modo amplo e geral. Há pessoas que assistem ao horário político somente para se divertir com a exposição de absurdos em série. Existem casos em que as falas, nos curtos espaços a serem preenchidos rapidamente, em que as mensagens não fazem nenhum sequer sentido. E pior: quando um está terminando sua parte, o outro que está iniciando, ficando uma voz em cima da outra. Um desastre completo.
Para resolver isso bastaria uma divisão melhor do tempo disponível de cada legenda e um treinamento prévio para os candidatos. Tal iniciativa possivelmente elevaria os níveis de audiência no passar dos dias, funcionando inclusive para adicionar doses de propaganda aos candidatos à presidente da República e aos governos estaduais.
Enfim seria melhor para todos os telespectadores e ouvintes uma modernização do horário eleitoral, sobretudo para aprimorar o perfil dos que se apresentam como habilitados a receber o voto, país afora, de milhões e milhões de eleitores. Do jeito como as coisas estão funcionando hoje, os espaços partidários acumulam um retrocesso em cima do outro. A democracia, de fato, necessita ter níveis positivos de qualidade que hoje, sem sobra de dúvidas, estão em falta.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.