quinta, 04 de junho, 2026
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Procurador disse que Rodrigo Rocha Loures chamou a força-tarefa de Curitiba para se encontrar com o presidente no dia do impeachment de Dilma Rousseff
Em maio do ano passado, quando o Senado estava prestes a tornar a então presidente Dilma Rousseff (PT) ré por crime de responsabilidade, afastando-a do cargo, o então vice-presidente Michel Temer (PMDB) enviou um interlocutor para chamar integrantes da força-tarefa da Lava Jato para um encontro.
O emissário era o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), (Homem da Mala) que foi a uma premiação da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), em Brasília, para fazer o convite diretamente a Deltan Dallagnol e Roberson Pozzobon, que compõem o núcleo duro da operação em Curitiba com Carlos Fernando Lima. O convite foi recusado, mas os procuradores aproveitaram o momento para pedir a manutenção da equipe da PF que conduzia a Lava Jato.
A proposta de encontro foi lembrada nesta segunda-feira pelo procurador Lima ao ser questionado sobre o que achou de Raquel Dodge, a nova procuradora-geral da República , ter se reunido com Temer no Palácio do Jaburu, às 22 horas do último dia 8. A audiência não constava na agenda oficial da Presidência e ocorreu justamente no mesmo dia em que o peemedebista pediu a suspeição de Rodrigo Janot, atual procurador-geral, ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Em evento sobre compliance em São Paulo, Lima afirmou que não cabe a ele se pronunciar sobre o caso de Dodge, mas disse não ser ideal encontros de servidores públicos fora da agenda. “Posso falar por nós. Tivemos uma situação semelhante e nos recusamos a comparecer”, afirmou.
Segundo Lima, a nova procuradora-geral “será cobrada pelas consequências” da reunião com Temer. “Não há como fugir da responsabilização perante a sociedade.” Cabe lembrar que ela foi escolhida exatamente por Temer e nos bastidores políticos comenta-se que ela não fará denúncias contra o padrinho.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.