quinta, 04 de junho, 2026
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Pequenos produtores de leite contam com o programa Lei Forte, criado em 2012, pelo Governo do Estado para fortalecer a cadeia. No entanto, há produtores que reclamam da baixa lucratividade nas negociações com os laticínios, que inviabiliza novos investimentos na produção. Com isso, a única fonte de renda de algumas famílias fica defasada a cada ano, conforme relataram produtores de São Gabriel do Oeste.
Segundo o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), essa realidade deve mudar nos próximos anos com a expansão das ações de apoio pelo programa Leite Forte. “Nós temos que ter produção, temos que estender para outras partes do Estado. Ampliar o número de produtores atendidos para ter maior produção”, disse o governador.
Para mudar o cenário, a aposta deve ser no equilíbrio de preços e pacto entre produtores e indústria, segundo Reinaldo. “Não adianta se ter um excedente de produção e puxar o preço para baixo e acabar perdendo, totalmente, a competitividade. Então precisamos ter, entre indústria e segmento produtivo, um pacto para mostrar um equilíbrio para que o pequeno produtor possa produzir, investir e ter renda para ter sustentabilidade nos negócios”, sugeriu.
Na avaliação do governador, a cadeia tem certa organização, mas é possível potencializar as ações. “Acho que temos que organizar bem a cadeia de leite como uma grande oportunidade para o pequeno produtor. É um sistema que já tem organização, mas se a gente for ainda mais organizado nisso a gente vai conseguir atender todas as demandas”, disse Reinaldo.
Durante visita a fábrica BRF Foods, em Terenos, o diretor-presidente da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), Enelvo Felini, falou que há intenções de firmar parcerias com o laticínio, para melhorar a remuneração do produtor, mas até agora nada ficou definido.
Política
Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.
6 de maio de 2026
Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.
O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.
O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.
De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.
Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.
Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.
No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.
Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.
Eleições 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...
5 de maio de 2026
Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.
O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.
O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.
Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.
Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.