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Governo não medirá esforços para acabar com insegurança alimentar

Dentro da abertura da conferência também foi pactuada a adesão de 14 novos municípios do Estado no Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan)

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6 de agosto de 2015

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Aberta na manhã de ontem (5), na Capital, a 4º Conferência Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional tem como desafio maior traçar políticas públicas, principalmente as que assegurem o direito de alimentação às comunidades mais vulneráveis da sociedade como as indígenas, quilombolas e assentados. Só no caso dos indígenas, dentre os mais de 70 mil no Estado, cerca de 20 mil estão em situação de insegurança alimentar, conforme dados do representante nacional da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan), Arnoldo de Campos, que abriu a conferência ao lado da vice-governadora e secretária de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho, Rose Modesto.
Para a vice-governadora o momento é de união por parte de governos e municípios e execução de uma política transversal e de fato efetiva. “É inadmissível que a gente ainda tenha a perda de um irmão sul-mato-grossense por falta de alimentos ou condição digna de alimentação. O Governo de Mato Grosso do Sul não vai medir esforços para atingir um índice satisfatório na solução dessa política, ou seja, índice zero de insegurança alimentar com todas as famílias atendidas”, afirmou.
Ainda segundo Arnoldo Campos um tripé de ações é fundamental para que esse índice de atendimento seja atingido. “Temos que organizar a distribuição de alimentos, mobilizando a assistência municipal de cada cidade e ainda incentivando a produção de alimento por cada comunidade, para que tenhamos, no futuro, essa independência alimentar”, disse.
Dentro da abertura da conferência também foi pactuada a adesão de 14 novos municípios do Estado no Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). Até o momento apenas Campo Grande, Bodoquena, Dourados, Três Lagoas e Paranaíba estavam inclusos dentro do Sisan, conforme informações do presidente do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea/MS), Ivan Lúcio Rodrigues.
Representantes do Legislativo e Executivo municipal do Estado, do Ministério da Agricultura (MDA), superintendentes da Sedhast e conselheiros do Consea/MS também prestigiaram a abertura do evento. 

Política

Prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor termina nesta quarta-feira

Atendimento ocorre em cartórios eleitorais e on-line pelo sistema do TSE para quem já tem biometria cadastrada.

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6 de maio de 2026

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Cidadãos de todo o país têm até esta quarta-feira (6) para obter o primeiro título de eleitor ou regularizar o documento junto à Justiça Eleitoral, sob risco de ficar impedidos de votar nas Eleições 2026, em outubro.

Como regularizar e onde solicitar

O serviço pode ser feito presencialmente nos cartórios eleitorais ou pela internet, por meio do sistema de autoatendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para quem já tem biometria cadastrada.

O prazo abrange alistamento eleitoral, transferência de domicílio eleitoral, revisão de dados cadastrais e regularização de outras pendências.

Cadastro eleitoral será fechado a partir de 7 de maio

De acordo com o artigo 91 da Lei nº 9.504/1997, nenhum requerimento de inscrição ou de transferência eleitoral pode ser recebido nos 150 dias anteriores à data da eleição.

Por esse motivo, a partir de 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no atendimento on-line, permanecendo assim até novembro de 2026.

Quem deve ficar atento ao prazo

Entre os grupos mencionados estão jovens que vão votar pela primeira vez, pessoas que mudaram de cidade e precisam transferir o título, eleitores com o documento cancelado ou com pendências na Justiça Eleitoral e quem precisa atualizar dados cadastrais.

Alerta do TSE sobre o fim do prazo

No encerramento da sessão de julgamentos desta terça-feira (5), a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, alertou para o fim do prazo e disse esperar que eleitores resolvam pendências relacionadas ao título.

Outros efeitos de ficar sem o título

Segundo o texto, além do impacto no voto, a ausência do título pode gerar dificuldade para obter passaporte ou carteira de identidade, tomar posse em cargos públicos ou se matricular em instituições de ensino públicas.

Eleições 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão...

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5 de maio de 2026

MS se aproxima de 2 milhões de eleitores e reforça peso no cenário das eleições de 2026

 

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Mato Grosso do Sul caminha para as Eleições Gerais de 2026 com um eleitorado expressivo. Dados da Justiça Eleitoral apontam que o estado conta com cerca de 1,97 milhão de pessoas aptas a votar, evidenciando a relevância da participação sul-mato-grossense no processo democrático nacional.

O perfil dos eleitores revela predominância feminina. As mulheres representam aproximadamente 53% do total, enquanto os homens somam cerca de 47%. Esse cenário acompanha uma tendência observada em diferentes regiões do país, onde o público feminino tem maior presença no cadastro eleitoral.

O crescimento do número de eleitores ao longo dos últimos anos reflete ações contínuas da própria Justiça Eleitoral, que tem investido em campanhas de conscientização, regularização de títulos e incentivo ao voto responsável.

Além dos números, o cenário reforça a importância do engajamento da população nas decisões políticas. A participação ativa dos eleitores é considerada um dos pilares fundamentais para o fortalecimento da democracia, especialmente em um período que antecede um novo ciclo eleitoral.

Com um contingente próximo de 2 milhões de votantes, Mato Grosso do Sul segue como peça importante no quadro eleitoral brasileiro, contribuindo diretamente para a definição dos rumos políticos do país.